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Um estudo técnico da Sedes-DF constatou que, em uma região administrativa, parte da população, mesmo com renda familiar acima da linha de pobreza monetária, permaneceu historicamente com acesso limitado aos serviços públicos de qualidade, à participação em espaços de decisão comunitária e às redes de proteção social, em um processo que tem se reproduzido entre gerações.
Com base nessa situação hipotética, o fenômeno corretamente caracterizado, no âmbito da economia social, é a
pobreza absoluta, uma vez que a insuficiência de renda observada compromete diretamente a satisfação das necessidades básicas dessa população.
exclusão social, entendida como processo multidimensional e dinâmico de enfraquecimento de vínculos sociais e de acesso a direitos, que não se reduz à insuficiência de renda.
pobreza relativa, na medida em que a renda dessa população está abaixo de determinado percentual da renda mediana da região administrativa.
vulnerabilidade social transitória, associada a choques conjunturais de renda que tendem a ser superados no curto prazo pela própria dinâmica do mercado de trabalho local.
desigualdade funcional da renda, decorrente da menor participação do fator trabalho na repartição do produto gerado naquele território.