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Uma empresa monopsonista defronta-se com uma função Oferta...

Uma empresa monopsonista defronta-se com uma função Oferta de Trabalho (definida em termos de preço de oferta) dada por Wt= 100 + QL e com uma função Produto de Receita Marginal de Trabalho (associado ao produto RMg x PMgL) dada por Dt = 1000 – QL, onde QL é a quantidade contratada de trabalhadores. Sabe-se também que, em condições de concorrência perfeita, a produtividade marginal do trabalho (PMgL) equivale a 10. A partir dessas informações, é possível concluir que as quantidades contratadas de trabalho e os respectivos salários em condições, respectivamente, de (i) monopsônio, (ii) monopólio e (iii) concorrência perfeita são:


A

(i) QL = 450; w= 550; (ii) QL =300; w= 400; (iii) QL = 650; w= 750;


B

(i) QL = 300; w= 400; (ii) QL = 450; w= 550; (iii) QL = 600; w= 700;


C

(i) QL = 300;w=400; (ii) QL =450; w= 550; (iii) QL = 650; w= 750;


D

(i) QL = 600; w= 700; (ii) QL = 450; w= 550; (iii) QL = 300; w= 400;


E

(i) QL = 250; w= 350; (ii) QL = 400; w= 500; (iii) QL =600; w= 700;