A teoria do desenvolvimento gestada na América Latina,
nos anos de 1960, denominada Teoria da Dependência
A
defendia a ideia de superação do subdesenvolvimento
a partir dos esforços de uma burguesia industrial
nacional, único grupo capaz de, isoladamente,
promover a industrialização e ultrapassar essa
condição.
B
pregava que o desenvolvimento é uma impossibilidade
para os países periféricos, pois as elites locais
seriam incapazes de se associarem ao imperialismo.
C
constituiu-se como uma leitura latino-americana da
Teoria do Imperialismo, simplesmente, aplicando-a
neste contexto.
D
filiava-se à matriz teórica marxista, tomando como
ponto de partida a noção de “tendência decrescente
da taxa de lucro” vivida pelo capitalismo dos países
periféricos.
E
propunha que a economia de alguns países era condicionada
perversamente pelo desenvolvimento e
expansão de economias de outros.