

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
O sistema de metas de inflação, para a estabilização permanente da economia brasileira, foi adotado
desde o início de 1994, com o Plano Real.
logo após a desvalorização cambial de 1999.
no início do primeiro governo Lula, em 2002.
na década de 1980, após o Plano Cruzado.
por recomendação do Comitê de Basileia.
Após a consolidação do plano Real, no período de 1994 a 1999, via controle da demanda agregada e das contas públicas, o governo brasileiro decidiu evitar ao máximo que as taxas de inflação elevadas retornassem ao país. Para isso, adotou o regime monetário de
taxa de câmbio flutuante.
orçamento público contingenciado.
deficit orçamentário zerado.
liberação da entrada de capitais externos.
metas de inflação.
O Plano Cruzado, adotado pelo governo Sarney em 1986, para diminuir a taxa de inflação, teve como característica marcante
usar o congelamento da taxa de câmbio como principal mecanismo de controle da inflação.
aumentar o grau de indexação da economia, para reduzir as distorções inflacionárias.
aumentar a oferta de produtos importados.
contrair fortemente a demanda agregada por bens e serviços.
eliminar a inflação inercial por meio de um congelamento geral de preços.
O Plano Real, da década de 90, reduziu muito a taxa de inflação no Brasil e foi implementado em várias fases. A primeira delas, em 1993, foi a
criação do Fundo Social de Emergência para desvincular parcialmente os gastos das receitas orçamentárias do setor público.
redução das tarifas alfandegárias pelo governo Collor, diminuindo o preço dos produtos importados.
imposição de um congelamento da taxa de câmbio R$/US$.
adoção de um sistema de metas de inflação para orientar a atuação do Banco Central do Brasil.
introdução de uma nova moeda, o Real.
O Fundo Social de Emergência (FSE), aprovado em fevereiro de 1994, tinha como objetivo
reduzir o déficit comercial do balanço de pagamentos brasileiro.
redistribuir renda para as classes sociais de menor poder aquisitivo.
aumentar os repasses de recursos para todos os estados e municípios.
prover fundos para um aumento substancial do salário do funcionalismo federal.
desvincular algumas receitas do governo federal da rigidez de gastos imposta pela nova Constituição.
O Plano Real de estabilização da economia brasileira, de 1994, levou inicialmente ao(à)
congelamento geral de preços e salários.
congelamento da taxa de câmbio R$ / US$.
valorização do real em relação ao dólar americano.
forte expansão das exportações.
Além do controle das contas públicas, para evitar os excessos de demanda agregada, o Plano Real procurou zerar a memória inflacionária, o que significa dizer que
reduziu a correção monetária das taxas de juros nominais.
congelou a taxa de câmbio em relação ao dólar.
aumentou a oferta agregada, incentivando as exportações.
adotou um congelamento amplo dos preços e dos salários.
adotou como meio de conta uma quase moeda cujo valor variava diariamente em relação ao Cruzeiro Real.
Mediante o controle rígido da taxa de câmbio, o ajuste de 1999, além de introduzir o sistema de metas de inflação, preservou também a âncora cambial como pilar no combate às pressões inflacionárias no pós-real.
A forte recessão inicial associada ao sequestro da liquidez concorreu para a virtual eliminação da inflação durante o período de vigência do Plano Collor.
A recessão de 1981-1983, decorrente da necessidade de gerar superavits externos para garantir o pagamento da dívida externa, levou não somente à redução do desequilíbrio da balança comercial, mas também à virtual eliminação da inflação, nesse período.
O início do ano de 1999 foi marcado por um imenso debate sobre a viabilidade de cumprimento das medidas econômicas sugeridas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em função do aporte de recursos em torno de US$ 41,5 bilhões oferecidos por este Fundo em 1998. Tais medidas estavam direcionadas, dentre outras, à elevação da taxa de juros, ao corte dos gastos públicos (e formação de superávits fiscais) e à modificação do regime de câmbio. Em função disso, desde esse ano (1999), a condução da política econômica brasileira passou a ser de realização de um ajuste significativo das variáveis macroeconômicas. Por conseguinte, marcando a opção INCORRETA.
Dado o aporte de aproximadamente US$ 41,5 bilhões, a questão do câmbio estava relacionada com a preocupação do FMI em poder fazer o Brasil ajustar o seu balanço de pagamentos, pois um dos objetivos deste Fundo é socorrer os países a eles associados quando da ocorrência de desequilíbrios transitórios em seus balanços de pagamentos.
A mudança no regime de câmbio se fez de um câmbio fixo para um flutuante (ou flexível), cujas características (do câmbio flutuante) são, dentre outras, o mercado (oferta e demanda de divisas) determina a taxa de câmbio, o Banco Central é obrigado a disponibilizar as reservas cambiais, além de que há maior controle da inflação através da estabilidade dos custos das importações estáveis.
A implantação do regime de metas inflacionárias a partir de 2000 viria a representar um avanço na condução da política monetária, sendo que esse foi um dos fatores que, conjugado ao novo regime do câmbio, até propiciou uma redução no nível das taxas reais de juros, embora tenham permanecido elevadas comparativamente à média internacional.
A implantação das metas inflacionárias (“inflation target”) passaram a ser a nova âncora monetária, sendo que as autoridades monetárias se comprometem até hoje a cumprir metas de inflação estabelecidas para o ano corrente e próximo, com tolerância de um desvio de 2% para cima ou para baixo, onde que para o cumprimento dessas metas, foi criado, em 1999, o COPOM.
Para manter os superávits primários, a Lei de Responsabilidade Social (LRF), implementada em 1998, foi (e ainda continua sendo) um importante instrumento de política fiscal, cujo o objetivo (principal) é o de proporcionar o equilíbrio orçamentário ao setor público, estabelecendo, dentre outras “coisas”, limite para as despesas com funcionalismo público para a União, Estados e Municípios.
Há consenso de que o sucesso do Plano Real está associado à existência da âncora cambial, em que havia uma taxa de câmbio fixa.
Devido às grandes guerras mundiais, à grande recessão dos anos de 1930, e ao desenvolvimento da economia mundial, ocorreram problemas com a economia internacional, ou, melhor dizendo, houve perturbações com as relações econômicas de vários países. Com referência a isso, foram criados organismos internacionais com o objetivo de estabelecer regras e convenções que regulassem e organizassem as relações comerciais e financeiras entre os diversos países. Nesse sentido, dentre os organismos mencionados, aponte aquele criado com a finalidade de socorrer seus associados, nos desajustes de seus balanços de pagamentos e evitar a instabilidade cambial.
Organização Mundial do Comércio (OMC);
Organização das Nações Unidas (ONU);
Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD);
Acordo Geral de Tarifas e Comércio (GATT);
Fundo Monetário Internacional (FMI).
Entre as medidas adotadas pelo Plano Cruzado (1986), estava a implantação de uma escala móvel de salários (gatilho) a cada vez que o aumento acumulado no nível de preços ao consumidor atingisse 20%, e essa medida foi a grande responsável pelo fracasso do Plano.
Nos dez anos que se seguiram à posse do Presidente José Sarney, foram implementados vários Planos de estabilização com o intuito de reduzir a inflação no Brasil, sendo o último o Plano Real. Em relação a esses planos, é correto afirmar que:
o conceito de inflação inercial esteve subjacente a grande parte de tais planos de estabilização; sendo assim, entendia-se a inflação como sendo explicada por uma série de choques de custos ocorridos no período.
o conceito de inflação inercial era a principal tese acerca da inflação do período; esse tipo de inflação estava associado às constantes acelerações que a inflação apresentava no período, sendo que os períodos em que a inflação apresentava uma tendência de estabilidade, esta tendência estava associada a um baixo hiato do produto.
apesar de a inflação inercial ser um conceito de inflação importante para a maioria desses planos de estabilização, a estratégia de combate a essa inflação foi diferente por exemplo se compararmos o Plano Cruzado com o Plano Real, já que no primeiro optou-se pelo congelamento de preços, não utilizado no último.
o Plano Collor difere dos demais planos do período tanto por não se valer do congelamento de preços como por usar uma forte âncora monetária.
Os Planos Cruzado, Bresser e Verão utilizaram o congelamento de preços, salários e da taxa de câmbio, além de terem mantido uma política de juros elevados, após o plano.
A desvalorização cambial realizada no ajuste de 1999 não teve os efeitos inflacionários previstos, devido, em parte, à adoção de uma política monetária rígida, que conteve as remarcações e a apreciação do real.
No primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, após o Plano Real, é INCORRETO afirmar que houve
Entre 1986 e 1991, o governo brasileiro implementou, na tentativa de combater a inflação, os planos econômicos
O Plano de Metas foi financiado pela expansão monetária, que não somente viabilizou os gastos públicos via inflação, mas também permitiu elevar crédito e, assim, financiar os investimentos privados.