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A inflação recorrente que assolou, durante anos, a economia brasileira motivou a adoção de diversos planos de estabilização. Acerca desses planos, assinale a opção correta.
No Plano Cruzado, a pressão inflacionária decorrente da expansão dos gastos de consumo e investimento dificultou a manutenção do congelamento de preços.
No Plano Verão, contrariamente àqueles que o precederam, o ajuste fiscal, que restringiu fortemente os gastos públicos e elevou a arrecadação, permitiu que a inflação se mantivesse em patamares relativamente baixos.
O sucesso do Plano Bresser no combate à inflação se fez às
expensas do equilíbrio externo, conforme atestado pelos
substanciais deficits da balança comercial durante a vigência
desse plano.
O confisco da liquidez realizado no âmbito do Plano Collor, acompanhado de um controle estrito dos meios de pagamento, permitiu ao governo fazer uma política monetária ativa, vista como fundamental para o controle da inflação.
No período de 1994 a 1998, o sucesso do Plano Real no controle da inflação deveu-se à adoção da âncora cambial e à redução substancial do desequilíbrio fiscal e da dívida pública.
A desvalorização cambial realizada no ajuste de 1999 não teve os efeitos inflacionários previstos, devido, em parte, à adoção de uma política monetária rígida, que conteve as remarcações e a apreciação do real.
No primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso, após o Plano Real, é INCORRETO afirmar que houve
Entre 1986 e 1991, o governo brasileiro implementou, na tentativa de combater a inflação, os planos econômicos
O Plano de Metas foi financiado pela expansão monetária, que não somente viabilizou os gastos públicos via inflação, mas também permitiu elevar crédito e, assim, financiar os investimentos privados.
O Plano PAEG (1964-1967) foi uma coordenação de medidas para estabilização inflacionária e de fortes mudanças institucionais.
No período imediato após o Plano Real, a adoção do sistema de minibandas e a desvalorização anual do câmbio, além de impedirem novas apreciações do real, eliminaram também a sobrevalorização do câmbio.
Em face dos choques externos — incluindo-se aí o aumento do preço do petróleo e a alta das taxas de juros no mercado internacional —, o ajuste estrutural do governo Geisel, embora bem-sucedido, aumentou a vulnerabilidade externa da economia e o estoque da dívida pública.
Pode-se dizer que uma das medidas de sucesso do Plano Real (1994) para o controle inflacionário foi a política cambial adotada, que gerava redução dos saldos da balança comercial.
O Plano Cruzado, adotado pelo governo Sarney em 1986, levou a um aumento do poder de compra dos salários e à conseqüente pressão sobre os níveis de consumo da economia.
A estratégia utilizada para estabilizar a economia no âmbito do Plano Real incluiu a coexistência de uma política monetária restritiva com a valorização da moeda nacional.
No Plano Cruzado, políticas fiscais e monetárias restritivas, aliadas ao congelamento de preços, concorreram para reduzir a inflação.
No Plano Real, o principal instrumento para se atingir a estabilização da economia foi a âncora cambial.
Os vários planos de estabilização, lançados ao longo das décadas de 80 e 90, no Brasil, incluíram diversas medidas de combate à inflação, dentre as quais se destacam:
I- no Plano Cruzado: o tabelamento de preços.
II- no Plano Collor: o bloqueio dos depósitos bancários.
III- no Plano Real: o congelamento das tarifas públicas.
O correto está somente em:
III.
I e II.
II.
I e III.
O Plano Real foi diferente dos demais planos de estabilização econômica por apresentar três fases distintas na sua implantação. Assinale a alternativa que reúne estas fases:
A primeira fase, heterodoxa, alterou os contatos da economia congelando preços e salários e criou a CPMF. A segunda fase, heterodoxa, preparou as reformas da previdência social e fiscal, em conjunto com a URV. A terceira fase transformou a URV em Real e liberou as importações com taxa cambial flexível.
A primeira fase, heterodoxa, alterou os contatos da economia congelando preços e salários e criou a FSE. A segunda fase, heterodoxa, com a introdução da URV. A terceira fase transformou a URV em Real e liberou as importações com taxa cambial fixa.
A primeira fase, ortodoxa, alterou os contatos da economia congelando preços e salários e criou a CPMF. A segunda fase, heterodoxa, com a introdução da URV e conversão de salários pela média do período. A Terceira fase iniciou-se com transformação da URV em Real, fundindo-se neste as três funções da moeda: meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.
A primeira fase, ortodoxa, trata do ajuste fiscal, com a criação do IPMF e do FSE. A segunda fase, heterodoxa, com a introdução da URV. A Terceira fase iniciou-se com transformação da URV em Real, fundindo-se neste as três funções da moeda: meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.
A primeira fase, ortodoxa, trata do ajuste fiscal, com a criação do IPMF e do FSE. A segunda fase, heterodoxa, com a introdução da URV e conversão de salários pela média do período. A segunda fase, heterodoxa, com a introdução da URV. A terceira fase transformou a URV em Real e liberou as importações com taxa cambial fixa.
Uma das principais causas para o sucesso do Plano Real em estabilizar a economia brasileira foi a convergência dos preços praticados pelo setor privado da economia para seus valores de equilíbrio. Isso foi obtido criando-se um indexador cuja sigla foi conhecida como
A crise no mercado de câmbio de janeiro de 1999 determinou o fim do modelo de âncora cambial iniciado no Plano Real. Nessa perspectiva, está correto afirmar que a principal mudança efetivada na condução da política econômica, a partir de então, foi a adoção de:
regime de câmbio flutuante com metas de inflação.
regime de câmbio flutuante com metas monetárias.
regime de câmbio fixo com metas de inflação.
regime de caixa de conversão com zeragem automática.
câmbio centralizado com metas monetárias.
Qual item abaixo foi uma característica do período de implantação do Plano Real que permite diferenciá-lo do Plano Verão?
Utilização de política de indexação salarial conhecida como gatilho salarial.
Circunstâncias externas favoráveis.
Redução drasticamente a dívida pública.
Plano heterodoxo baseado em controle de preços e salários.
Utilização de políticas monetárias e fiscal frouxas.