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Em um regime de câmbio flutuante, são fatores que tendem a desvalorizar a moeda nacional, exceto
redução nas exportações nacionais.
redução nas taxas internas de juros.
elevação nas taxas de juros norte-americanas.
forte entrada, no país, de capitais de curto prazo.
forte elevação nos gastos de turistas brasileiros no exterior.
De acordo com a teoria da paridade do poder de compra, para que prevaleça a lei do preço único, uma redução do poder de compra interno da moeda brasileira, decorrente, por exemplo, do aumento da inflação doméstica, requer a apreciação proporcional do real no mercado de câmbio.
A formação de taxas cambiais leva em conta, a um tempo, as expectativas do mercado em relação ao equilíbrio de longo prazo das economias e fatores conjunturais que condicionam, no curto prazo, a oferta e demanda no mercado de moedas. A esse respeito, é correto afirmar:
os regimes de câmbio fixo, mas ajustável, também conhecidos como "flutuação suja", proporcionou grande estabilidade ao sistema financeiro internacional no período entre as duas guerras mundiais
regimes de câmbio fixo implicam o compromisso do governo de converter sua moeda em outra a um preço pré-determinado. Nesse caso, o volume de reservas e o fluxo líquido de divisas são os principais responsáveis pela confiança que possa ter o mercado na estabilidade da moeda em questão
regimes de câmbio flutuante implicam a atribuição aos governos da responsabilidade de intervir no mercado de moedas, por meio da venda de títulos públicos e operações de mercado aberto, sempre que a variação de sua moeda em relação a outras aproximar-se de valores previamente estabelecidos.
regimes de câmbio fixo implicam o compromisso de pelo menos dois governos de converter suas respectivas moedas, uma na outra, a um preço determinado pelas condições de mercado. Nesse caso, o volume de trocas e o influxo líquido de divisas são os principais responsáveis pela confiança que possa ter o mercado na estabilidade da moeda em questão.
No sistema conhecido por currency board, o governo estabelece um órgão responsável por conduzir as desvalorizações programadas, correspondentes às necessidades de financiamento do setor público e à evolução das taxas de inflação.
A remessa de moedas de uma praça para outra com o objetivo de auferir vantagem advinda de diferenças temporárias no valor das taxas cambiais configura
uma especulação cambial
uma operação de SWAP
uma arbitragem cambial
um hedging financeiro
uma operação day–trade
Mudanças no regime cambial e variações nas taxas de juros já vinham acontecendo em anos anteriores a 1999.
No mercado livre, podem-se realizar as operações decorrentes de comércio exterior, ou seja, de exportação e de importação. Nesse mercado, também são realizadas as operações dos governos, nas esferas federal, estadual e municipal. Têm curso, ainda, no mercado de câmbio de taxas livres, outras operações, tais como as relativas a investimentos estrangeiros no país, a empréstimos a residentes no exterior (sujeitos a registro no BACEN), a pagamentos e recebimentos de serviços.
Para o investidor financeiro, a decisão de adquirir ativos domésticos ou ativos estrangeiros é guiada por uma relação de arbitragem determinada, fundamentalmente, pelo diferencial entre taxas de juros interna e externa, e a relação entre a taxa de câmbio esperada e a taxa de câmbio atual.
Um dos mais importantes determinantes do consumo são as oscilações na taxa efetiva de câmbio, já que ela contribui, de forma significativa, para a volatilidade da propensão marginal a consumir a curto prazo.
Em um regime de taxa de câmbio fixa e de perfeita mobilidade de capital, a taxa real de juros interna e a externa tendem a se igualar.
O chamado cupom cambia
corresponde a um título do Tesouro brasileiro, expres- so em moeda estrangeira.
significa a remuneração efetiva dos dólares conver- tidos em reais e aplicados no mercado financeiro brasileiro.
é calculado pela diferença entre os juros pagos pelo Tesouro brasileiro e a rentabilidade dos dólares depo- sitados em bancos estrangeiros.
não tem relação com a rentabilidade dos recursos apli- cados no mercado financeiro brasileiro.
não tem relação com a evolução da taxa de câmbio.
. Com relação ao sistema cambial do Brasil, entre 1998 e 2000, pode-se dizer que
de um sistema de câmbio livre, visando a manter a tax de câmbio, passou-se para um sistema de bandas cam biais, logo substituído por um sistema de câmbio fixo
se passou, de uma política de câmbio fixo, com a moe- da nacional subvalorizada, para um sistema cambial administrado, sem a adoção de qualquer outro regime entre eles.
de um sistema de intervenção no mercado cambial, que manteve sobrevalorizada a taxa de câmbio, passou-se a um sistema de câmbio flutuante.
em nenhum momento adotou-se uma política de ban- da cambial.
Sobre variações das taxas de câmbio no contexto do sistema de Bretton Woods é correto afirmar-se que:
resultavam de alterações do valor do dólar norte-americano associadas aos níveis das reservas de ouro do Tesouro dos Estados Unidos.
eram permitidas em margens muito estreitas e associavam-se aos pontos do ouro, tal como praticadas anteriormente sob o padrãoouro, e à eventual necessidade de correção de graves desequilíbrios nas contas externas.
ocorriam automaticamente quando se alterava a paridade do poder de compra entre quaisquer pares de moedas.
não eram permitidas, uma vez que o valor das moedas estava definido em termos de uma quantidade de dólar norte-americano e o valor deste correspondia a uma quantia fixa de ouro, o que propiciou estabilidade cambial até a ruptura do sistema no início dos anos setenta.
ocorriam em razão da relação entre taxas de juros e preços internos, de um lado, e as taxas de juros internacionais e a inflação mundial, de outro, permitindo o ajuste automático entre os setores interno e externo das economias.
Os efeitos da política econômica monetária independem do tipo de regime cambial adotado por uma economia.
Para cálculo das taxas de câmbio esperada e atual, é fundamental que se considere a taxa de câmbio real efetiva e não a taxa nominal de câmbio.
Ofertantes e demandantes de crédito estrangeiros não confiaram na repercussão da taxa de câmbio no nível dos preços.
Considere e = taxa de câmbio (conceito utilizado no Brasil referente a quantidade de reais necessários para a compra de um dólar).
Suponha que o país adote um regime de bandas cambiais com limite inferior e¹ = 1,00 e limite superior e² = 1,20. Suponha que o mercado sinalize para negócios com e = 0,90. Para manter o sistema de bandas, o Banco Central deverá:
comprar a moeda americana a um valor e¹ > 0,90 e em seguida vender moeda americana a um valor e¹ < 1,00
vender moeda americana no mercado a um valor e¹ < 1,00
vender moeda americana a qualquer valor
comprar a moeda americana no mercado a um valor e¹ > 1,00
não intervir no mercado pois a sinalização implica que, necessariamente, o valor de e irá subir no futuro
Em uma das formas de se medir a taxa real de câmbio, consideram-se as inflações interna e externa, além da taxa nominal de câmbio. Considerando que as exportações e importações respondem às variações na taxa real de câmbio, é correto afirmar que:
pode-se considerar a fórmula E = e.(p*/p) onde e = taxa nominal de câmbio; E = taxa real de câmbio; p* = inflação interna; p = inflação externa.
inflação externa serve de desestímulo às exportações
inflação interna é mais importante do que a inflação externa para as exportações.
independente das taxas de inflação, uma desvalorização nominal da taxa de câmbio necessariamente resulta em uma desvalorização da taxa real de câmbio
a inflação interna serve de estímulo às importações
Em uma economia aberta, com preços fixos, a política fiscal é mais efetiva no controle da demanda agregada em um regime de câmbio fixo do que em um regime de câmbio flexível.