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De acordo com Curado (2011), choques de oferta adversos são fenômenos econômicos ou não econômicos que elevam os custos de produção das firmas. Do ponto de vista do Modelo de Oferta e Demanda, o choque adverso, ao elevar os custos de produção, desloca a Curva de Oferta Agregada à esquerda, aumentando preços e reduzindo o nível de produção. Da mesma forma, Curado leciona que, de acordo com a Curva de Phillips, os preços crescem quando a taxa de desemprego da economia encontra-se reduzida, já que esta estimula os trabalhadores e sindicatos a buscarem salários mais elevados, o que se traduz em uma elevação dos custos de produção e dos preços. Tendo por base a Curva de Phillips, inexistindo de choques de oferta adversos uma redução da taxa de inflação tende a gerar também a elevação do(a):
Valor real dos salários.
Taxa SELIC.
Taxa de desemprego.
Pleno emprego.
Produto interno bruto – PIB.
Analise as afirmativas abaixo e identifique as corretas. Se um choque econômico é identificado como sendo um choque de oferta ou de demanda, implica uma grande diferença para o gerenciamento de demanda agregada, porque:
Diante de um choque de oferta, a política restritiva da demanda agregada não será eficiente, pois aumentará o impacto sobre a inflação ou o desemprego de um choque de oferta.
Isso é importante para a escolha do uso da política fiscal ou monetária para responder ao choque econômico.
Os choques de oferta demandam uma política de demanda agregada contracionista, mas uma política monetária expansionista.
Os ciclos de negócios são gerados por choques de oferta e ciclos de negócios reais são gerados por choques de demanda.
A política fiscal expansionista é a única solução para resolver um choque de oferta.
Choques de oferta, como a elevação dos preços do petróleo derivado de acordos da restrição de produção por parte de países membros da OPEP, restrições legais, desastres e eventos ambientais extremos podem afetar os custos de produção e os preços gerais da economia como um todo.
Com relação aos choques de oferta, assinale a alternativa correta.
( ) Uma estiagem prolongada, que afete, negativamente, a produtividade agrícola de uma economia fechada, pode elevar os preços e salários gerais.
( ) Acidentes ambientais de grandes proporções não afetam a produtividade de uma economia, somente os preços relativos.
( ) Aumento das restrições ambientais, como a ampliação de área de preservação na vizinhança de curso d’água, pode reduzir a produtividade agrícola e os preços gerais da economia como um todo.
( ) Um choque de oferta pode ser revertido com uma política monetária expansionista, revertendo o processo inflacionário com base no aumento do preço dos combustíveis e derivados do petróleo.
( ) Uma quebra de safra agrícola e redução da oferta de alimentos tendem a reduzir os salários e lucros, e estabilizar os preços gerais da economia.


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Com relação aos impactos do primeiro choque do petróleo (1973) sobre a economia brasileira, analise as afirmativas a seguir.
I. Os países da OPEP elevaram o preço do barril de petróleo o que gerou déficits no saldo de transações correntes brasileiras devido ao aumento do valor das importações de petróleo.
II. O déficit no balanço de pagamentos chegou a ser coberto pela entrada de recursos, gerando uma redução drástica das reservas.
III. O II Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) procurou fazer um ajuste gradual dos preços que foram afetados pelo choque.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem correta
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Leia as afirmações a seguir:
I. A Grande Depressão ocorrida na economia americana (1929-1933) exemplifica um choque negativo de oferta agregada.
II. O choque do petróleo, em 1973, exemplifica um choque negativo de oferta agregada.
III. A Grande Depressão ocorrida na economia americana (1929-1933) exemplifica um choque negativo de demanda agregada.
IV. O choque do petróleo, em 1973, exemplifica um choque negativo de demanda agregada.
V. O choque do petróleo, em 1973, exemplifica um choque positivo de demanda agregada.
VI. A Grande Depressão ocorrida na economia americana (1929-1933) exemplifica um choque positivo de oferta agregada.
Está(ão) correta(s) APENAS:
II e III.
I e IV.
II e VI.
I e II.
III e V.
Compreende-se como um equilíbrio macroeconômico de curto prazo uma combinação de nível de preços e PIB condizente com as curvas de oferta agregada e de demanda agregada.
Dado esse equilíbrio, quais os efeitos esperados sobre o PIB e o nível de preços pela ocorrência de choques negativos de oferta e de choques negativos de demanda, no curto prazo, respectivamente?
Redução do PIB e redução do nível de preços; redução do PIB e aumento do nível de preços.
Redução do PIB e aumento do nível de preços; redução do PIB e redução do nível de preços.
Redução do PIB e aumento do nível de preços; aumento do PIB e redução do nível de preços.
Redução do PIB e redução do nível de preços; aumento do PIB e aumento do nível de preços.
Aumento do PIB e redução do nível de preços; redução do PIB e redução do nível de preços.


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Considere a situação hipotética em que há um aumento na procura por produtos importados dos Estados Unidos no Brasil, como resultado de algum choque exógeno. Em um regime de taxas cambiais flutuantes, o efeito desse choque seria:
procura excessiva por dólares americanos no Brasil;
venda de dólares americanos pelo Banco Central do Brasil;
desvalorização do real frente ao dólar americano;
redução no saldo da balança comercial do Brasil;
redução nas reservas em moeda estrangeira do Brasil.
A alta do preço da gasolina, nos anos 70 do século passado, explica, em parte, o aumento substancial da importação de carros japoneses pelos Estados Unidos, durante esse período.
Um choque de oferta adverso, decorrente, por exemplo, do aumento recente do preço do petróleo, desloca a curva de Phillips de curto prazo para cima e para a direita, resultando, assim, em uma taxa de inflação mais elevada, para uma dada taxa de desemprego, ou, então, em uma maior taxa de desemprego para uma dada taxa de inflação.