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Empresas cujas curvas de demanda são altamente inelásticas, além de deterem grande poder de monopólio, também auferem lucros elevados.
Contrariamente ao que ocorre no monopólio, as empresas que operam em mercados competitivos maximizam seus lucros, fixando a receita marginal abaixo do preço que prevalece no mercado.
O fato de que os monopólios podem deliberadamente restringir seus lucros para desencorajar o surgimento de competidores potenciais é incompatível com a política de preço, conhecida como preço limite.
Uma empresa que é única produtora de um determinado bem
é chamada de monopolista.
costuma produzir o máximo possível.
cobra um preço moderado para vender um grande volume.
em geral alcançou esta posição por ser mais eficiente.
exporta a maior parte do que produz.
Com relação ao Mercado Monopolístico assinale a alternativa incorreta:
a situação em que há apenas um produtor e onde existem barreiras à entrada devido, principalmente, às economias de escala caracteriza um monopólio;
segundo o pensamento neoclássico, a dimensão do mercado e as características da tecnologia são tais que, na situação de monopólio, forçam a empresa a produzir no segmento ascendente de sua curva de custo médio;
quando o custo médio é decrescente, o custo marginal correspondente é menor e, portanto, a firma não pode cobrar um preço que seja igual ao custo marginal, pois isto a tornaria insolvente;
se o objetivo da firma é a maximização do lucro, ela vai produzir onde o custo marginal iguala a receita marginal, sendo o preço estabelecido ao nível da demanda. Neste ponto ocorrem lucros econômicos que são preservados pela presença de barreiras à entrada;
ao se comparar o monopólio com a concorrência perfeita constata-se que sob o primeiro, a empresa produz um volume de produção menor e um nível de preço maior do que prevaleceria em mercados perfeitamente competitivos.
A respeito de monopólio, são feitas as seguintes afirmações:
I. O monopolista produz menos que o nível competitivo de produção, sendo, portanto, ineficiente de Pareto.
II. O monopolista nunca operará onde a demanda for elástica, uma vez que sua receita marginal será negativa.
III. Um monopolista discriminador de preços de 1º grau se apropria de todo o excedente do consumidor.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
II e III
I e II
I
I e III
II
Os monopólios legais dividem-se em quatro espécies: os que visam a impelir o agente econômico ao investimento, a propriedade industrial e o monopólio privado e os que instrumentam a atuação do Estado na economia.
O conceito de monopólio pressupõe apenas um agente apto a desenvolver as atividades econômicas a ele correspondentes e não se presta a explicitar características da propriedade, que é sempre exclusiva, sendo redundantes e desprovidas de significado as expressões "monopólio da propriedade" ou "monopólio do bem".
Em muitos países, o mercado de distribuição de energia elétrica funciona como um monopólio natural, porque os elevados custos fixos fazem com que uma única empresa possa suprir esse mercado a custos mais baixos do que se houvessem mais empresas no setor.
O argumento que pode ser utilizado como um aspecto positivo, do ponto de vista dos interesses sociais, em defesa da estrutura de mercado monopolista, é:
Não há possibilidade de manobras conspiratórias contra o interesse público.
Os interesses privados e públicos se equalizam pelo livre jogo das forças de mercado.
Preços resultam do entrechoque da oferta e da procura, em mercados transparentes, atomizados e livres.
As empresas buscam maior rentabilidade, reduzindo custos totais médios e aprimorando processos de produção.
O poder econômico pode ser mobilizado, potencialmente, para objetivos de interesse social, como o aprimoramento tecnológico e investimentos de alto impacto na economia.
A probabilidade de monopólios e oligopólios se perpetuarem no longo prazo é elevada, independentemente de leis que os garantam.
A existência de monopólio bilateral induz os empresários a promoverem uma negociação recíproca para a definição de preços.
Em mercados monopolistas, os custos marginais são decisivos na determinação do preço.
É característica da concorrência monopolística:
existência de um único produtor.
produto homogêneo.
existência de um único consumidor.
produto heterogêneo.
concorrência baseada unicamente no preço de mercado.
Um caso típico de oligopólio colusivo ocorre quando várias empresas formam um cartel e atuam, no mercado, como um monopólio puro.
Recentemente, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) impediu a compra da empresa Garoto pela Nestlé. A justificativa para a proibição da aquisição foi:
Com a concretização da compra, a Nestlé assumiria uma posição monopolista no mercado de chocolates, com possibilidade de determinar o preço de seus produtos acima do preço de equilíbrio de mercado.
A legislação brasileira proíbe a compra de empresa nacional por empresas estrangeiras.
O valor da compra foi considerado pelo CADE como inferior ao preço de mercado da Garoto, caracterizando em dumping que desestruturaria o mercado.
A garoto desistiu de vender a empresa para a Nestlé, solicitando ao CADE a reversão da transação.
A compra da Garoto pela Nestlé ocasionaria em demissões dos funcionários da Garoto, fazendo com que o CADE proibisse a transação para evitar o desemprego.
Empresas monopolistas, ao fixarem o preço acima do custo marginal, tendem a produzir uma quantidade superior àquela que seria produzida na ausência de monopólio.
O estabelecimento de regras competitivas mediante a eliminação das fontes de monopólio desloca a curva de possibilidades de produção para cima e para a direita.