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A teoria econômica que defende que o nível dos preços é determinado pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação, é a:
Teoria do consumidor
Teoria da firma
Teoria quantitativa da moeda
Teoria da concorrência imperfeita
De acordo com a Teoria Clássica, uma redução na oferta de moeda desloca a curva da demanda de longo prazo para a esquerda. Conclui-se que as consequências sobre o nível de preço e sobre o nível de produto, respectivamente, correspondem a:
redução / elevação
elevação / redução
redução / manutenção
elevação / manutenção
manutenção / elevação
Sobre a Teoria Quantitativa da Moeda (TQM) é INCORRETO afirmar que:
a TQM é uma teoria explicativa da inflação como fenômeno exclusivamente monetário;
a velocidade de circulação da moeda (V) é constante no curto prazo e pode aumentar no longo prazo dependendo de fatores estruturais;
na versão de Cambridge da TQM, T é um índice de quantidade que significativa o volume total de todos os bens transacionados na economia;
na versão de Cambridge da TQM, o nível de preços P é determinado pela Renda Y que não guarda relação com a quantidade de moeda (M) e, portanto, a moeda nunca é neutra, nem no curto nem no longo prazo;
na versão de Fisher da TQM o processo inflacionário é explicado com base nos fluxos monetário e nominal de cada transação econômica.
Segundo a teoria quantitativa da moeda,
a velocidade-renda da moeda é extremamente instável.
variações na quantidade de moeda em circulação não influenciam o nível geral de preços da economia.
em sua versão clássica, um aumento na quantidade de moeda em circulação em determinado percentual provocará a elevação do nível geral de preços na mesma porcentagem.
em sua versão clássica, reduções na quantidade da moeda em circulação ajudam a diminuir o desemprego involuntário na economia.
a frequência do período de pagamento de salários, seja mensal ou quinzenal, não tem qualquer influência no valor da velocidade-renda da moeda.
No que se refere à contabilidade nacional e ao sistema monetário, sabe-se que
o Produto Interno Bruto (PIB) de um país é sempre maior que suas exportações.
o Produto Interno Bruto (PIB) de um país é sempre igual ao seu Produto Nacional Bruto (PNB).
o multiplicador monetário é definido como a razão entre os meios de pagamento e a base monetária.
a velocidade-renda de circulação da moeda é a razão entre os meios de pagamento e o total das reservas internacionais.
um balanço comercial superavitário implica necessariamente acumulação de reservas internacionais pelos residentes do país.
No modelo de Tobin-Baumol, em que os encaixes monetários reais ótimos aumentam linearmente com a renda, a velocidade de circulação da moeda é constante.
Abaixo, têm afirmativas a respeito das teorias sobre a questão da moeda. Leia-as com atenção e marque a única alternativa condizente com tais afirmativas.
I. De um modo geral, para os clássicos, a demanda por moeda decorria de sua função de meio de pagamento. Dessa forma, a moeda não cumpre a função de reserva de valor. Consequentemente, a demanda por moeda depende do volume de transações e da velocidade-renda da moeda.
II. Segundo a teoria keynesiana, a demanda por moeda tem como razões para a sua realização pela sociedade de um país, o motivo transação (pois as pessoas demandam moeda para o uso regular como meio de pagamentos), o motivo precaução (porque a demanda por moeda é justificada pela necessidade de fazer frente a situações imprevisíveis), e o motivo especulação (que decorre da existência de incerteza na economia).
III. Pela teoria quantitativa da moeda, em uma situação de pleno emprego, qualquer aumento da oferta monetária repercutirá apenas em uma elevação do nível de preços da economia. Assim, a inflação é uma decorrência da expansão da oferta monetária.
IV. Pela teoria de Keynes, a demanda por moeda, independente do motivo, possui uma relação direta com a taxa de juros. Isso porque, de uma maneira geral, a rentabilidade de um ativo financeiro relaciona-se diretamente com o grau de liquidez do mesmo, isto é, quanto mais líquido for o ativo, mais rentável ele será.
I e III são verdadeiras e II e IV são falsas.
I, II e IV são verdadeiras e III é falsa.
II e IV são verdadeiras e I e III são falsas.
I, II e III são verdadeiras e IV é falsa.
I e II são verdadeiras e III e IV são falsas.
Assinale a opção correta acerca da política monetária.
Quando o BACEN redesconta uma duplicata em poder de um banco comercial entregando papel-moeda ao banco, não existe criação nem destruição de meios de pagamentos.
A compra de títulos públicos por parte do Banco Central do Brasil (BACEN) amplia os meios de pagamentos da economia, mas reduz a base monetária.
Os instrumentos mais comumente utilizados pelo BACEN para a execução da política monetária são alterações nas exigências de reserva legal dos bancos, operações no mercado cambial e mudanças nas taxas de redesconto, operando direta ou indiretamente sobre a quantidade de moeda disponível para empréstimos.
A teoria quantitativa da moeda relaciona o volume de transações a preços correntes com o estoque de moeda multiplicado pela taxa de sua circulação. Nessa teoria monetária, a velocidade da moeda é fixa no curto e longo prazo, devido aos hábitos e tecnologias de realização de pagamentos da sociedade.
Na linha teórica dos economistas novos keynesianos, a não neutralidade da moeda é uma consequência da rigidez dos salários reais.
Sobre a Moeda é correto afirmar que:
A teoria quantitativa da moeda, em sua forma clássica, propõe que o nível de preços é sempre inverso ao estoque monetário.
Possui três funções: meio de troca, unidade de conta e reserva de valor.
O estoque monetário nominal em uma economia é sempre igual ao estoque monetário real.
Possui três funções: meio de troca, conversão internacional e financiamento do balanço de pagamentos.
Sobre a Teoria Quantitativa da Moeda é correto afirmar:
Esta teoria defende que o nível de produto é determinado pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação.
Esta teoria defende que o nível dos preços é determinado pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação.
Esta teoria defende que o nível das exportações é determinado pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação.
Esta teoria defende que a taxa nominal de câmbio é determinada pela quantidade de moeda em circulação e pela sua velocidade de circulação.
A ideia de que, no longo prazo, as políticas monetárias expansionistas contribuem apenas para elevar o nível de preços, é consistente com a teoria quantitativa da moeda.
A equação quantitativa da moeda prevê que, para um mesmo nível de produção, um aumento da quantidade de moeda na economia aumentará os preços, já que provocará um aumento na velocidade de circulação da moeda.
Um aumento de base monetária para um dado nível de produção causará necessariamente um aumento de preços.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, a velocidade de circulação da moeda varia muito pouco, no curto prazo, e essas mudanças, quando ocorrem, são previsíveis.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, tanto o PIB potencial como a velocidade de circulação da moeda são fortemente influenciados pela oferta de moeda disponível na economia.
A existência de uma correlação positiva, no longo prazo, entre o crescimento da oferta de moeda e as taxas de inflação é consistente com as predições derivadas da teoria quantitativa da moeda.
De acordo com a Teoria Quantitativa da Moeda, a velocidade de circulação da moeda é:
endógena e constante no longo prazo;
endógena e constante no curto prazo;
exógena e constante no curto prazo;
exógena e variável no curto prazo;
sempre variável.
Para os monetaristas, na ausência de capacidade ociosa da economia, um aumento da oferta de moeda não afeta as variáveis reais da economia, sendo, pois, traduzido em aumentos da inflação.
De acordo com a teoria monetária, devido ao fato de a velocidade de circulação da moeda ser constante, aumentos no estoque monetário implicam aumentos proporcionais na renda.
De acordo com a teoria quantitativa da moeda, a oferta monetária está diretamente relacionada à taxa de juros.