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O Plano Real, da década de 90, reduziu muito a taxa de inflação no Brasil e foi implementado em várias fases. A primeira delas, em 1993, foi a
criação do Fundo Social de Emergência para desvincular parcialmente os gastos das receitas orçamentárias do setor público.
redução das tarifas alfandegárias pelo governo Collor, diminuindo o preço dos produtos importados.
imposição de um congelamento da taxa de câmbio R$/US$.
adoção de um sistema de metas de inflação para orientar a atuação do Banco Central do Brasil.
introdução de uma nova moeda, o Real.
A política econômica brasileira de combate a inflação de custos, adotada na década de 1970, priorizou a demanda de maiores gastos e investimentos do governo, gerando o aumento da inflação.
O subsistema normativo do Sistema Ffinanceiro Nacional inclui os seguintes órgãos ou entidades:
Conselho Monetário Nacional e Banco Central do Brasil.
Comissão de Valores Mobiliários e Caixa Econômica Federal.
Banco Central do Brasil e Banco do Brasil.
Banco Central do Brasil e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Banco do Brasil e Superintendência de Seguros Privados.
É correto afirmar que o Sistema de Contas Nacionais no Brasil
não permite o cálculo de estatísticas como PIB e PNB.
demonstra na Conta Corrente do Governo apenas os investimentos do setor público.
é composto por cinco grupos de contas.
registra apenas transações domésticas.
é calculado e divulgado pelo IBGE.
Ao contrário do que ocorreu com os planos heterodoxos da Nova República em combater a inflação brasileira, o Plano Real conseguiu a redução desta inflação e a manteve sob controle durante longo período de tempo. Dentro deste contexto, assinale a opção ERRADA.
Uma das fases do Plano Real no ataque ao processo inflacionário brasileiro refere-se ao ajuste fiscal provisório. Este visava equacionar o desequilíbrio orçamentário por meio da restrição de despesas, aumento dos impostos e diminuição das transferências do governo federal.
Em relação ao ajuste fiscal ocorrido naquela época, houve a implementação do Plano de Ação Imediata (PAI), a criação do imposto provisório sobre movimentação financeira (IPMF) e do Fundo Social de Emergência (FSE).
Uma das fases do Plano Real começou no final de fevereiro de 1994. Neste período, ocorre a indexação completa da economia brasileira que visava simular os efeitos de uma “hiperinflação”.
Quando todos os preços praticamente estavam expressos em URV, o governo na época introduziu a nova moeda, isto é, o Real (R$) em 01/07/1994. Seu valor era igual ao valor da URV do dia (CR$ 2.750,00), e, por conseguinte ao US$.
Baseado única e exclusivamente na tentativa de eliminar a inércia inflacionária, há, na implantação do Plano Real, um congelamento direto dos preços, com câmbio flutuante, e um congelamento do salário pela média dos últimos seis meses mais aumento real de 8%.
Em 1980, de forma voluntária, e em fins de 1982, sob a tutela do FMI, a economia brasileira buscou, através de ajustamentos externos, superávits em suas contas comerciais do balanço de pagamentos. Podemos dizer que a política adotada na época baseava-se, dentre outras coisas:
no aumento da demanda agregada, por meio do aumento do déficit público, com elevação nos gastos públicos, principalmente nos gastos em investimentos.
na elevação da demanda agregada, através da queda da taxa de juros interna e aumento do nível do crédito na economia.
no crescimento da demanda agregada, mediante aumento do salário real, seguindo critérios de indexação dos salários via política salarial.
em tornar favorável a estrutura de preços relativos ao setor externo por meio da intensa desvalorização real do cruzeiro, levando à elevação na relação câmbio/salário.
favorecer a estrutura de preços relativos para com o setor externo, mediante a utilização de uma valorização real do câmbio acima da taxa de inflação.
No período de 1967 a 1969 que corresponde ao Governo Costa e Silva, houve uma transformação na política de combate ao processo inflacionário comparativamente à política implantada no período do PAEG. Nesse sentido, marque a alternativa ERRADA.
Ampliou a expansão do crédito ao setor privado que tinha sido restrito no período do Plano de Ação Econômica do Governo (PAEG).
Introduziu mecanismos de controle direto de preços em cima dos grandes setores industriais.
Elaborou nova política salarial que repôs perdas acumuladas que aconteceram no primeiro governo militar.
Baseou-se no diagnóstico de inflação de custos
Afrouxou as políticas fiscal e monetária de contenção da demanda agregada.
As explicações teóricas para o fenômeno da inflação no Brasil restringem-se exclusivamente a duas correntes básicas: a tese estruturalista e a tese monetarista.
O desenvolvimento industrial observado no Brasil e em várias economias da América Latina nas décadas de 50 e 60 do século XX deveu-se, em grande parte, ao fluxo considerável de capital estrangeiro direcionado para os setores financeiro e industrial.
Da época colonial até as primeiras décadas do século XX, o Brasil podia ser caracterizado por ter uma economia agroexportadora. O país dependia do desempenho exportador de algumas poucas commodities agrícolas para gerar excedentes em divisas internacionais e formar, incipientemente, um mercado interno. Entre essas commodities NÃO se inclui o(a)
açúcar.
algodão.
café.
chá.
borracha.
Em períodos inflacionários no Brasil, os mecanismos de indexação melhoraram os índices de concentração de renda.
Analise as frases a seguir sobre o II Plano Nacional de Reforma Agrária PNRA que foi apresentado em novembro de 2003, durante a Conferência daTerra,emBrasília:
I. OII PNRA prevê exclusivamente a garantia do acesso à terra. Com essa garantia, estes homens e mulheres podem produzir e gerar renda.
II. A implantação dos novos assentamentos contarão com assistência técnica e acesso ao conhecimento e as tecnologias apropriadas orientadas por projetos produtivos adequados às potencialidades regionais e comprometidos com a sustentabilidade ambiental.
III. O II PNRA representa uma inovação em relação ao modelo implementado nos últimos anos ao se orientar para fazer dos assentamentos espaços de produção e qualidade de vida integrados ao desenvolvimento territorial.
Dos itens acima mencionados apenas:
No período que vai de 1995 a 2006, ocorreram desfechos importantes na economia do Brasil. Nesse sentido, analise as seguintes afirmativas abaixo:
I. O primeiro governo de Fernando Henrique Cardoso foi caracterizado por uma política cambial rígida, crescente dependência do financiamento externo e um desequilíbrio fiscal agudo.
II. O segundo governo de Fernando Henrique Cardoso foi marcado pelo câmbio flutuante, redução do déficit em conta corrente e forte ajuste fiscal.
III. O Brasil, no final da década de 90, recorreu ao FMI para cumprir seus compromissos externos. Isso propiciou empréstimos que levaram a uma política monetária expansiva no Brasil e a um crescente aumento do nível de emprego dentro do país.
IV. Ao longo do primeiro governo Lula a política econômica foi estabelecida através do tripé câmbio fixo, aumento dos gastos públicos e diminuição da taxa de juros. Além disso, as parcerias público-privadas (PPP) seriam um instrumento onde o Estado assumiria totalmente, perante o capital privado, os riscos do crescimento econômico do país.
De acordo com essas proposições, está correto o que se afirma em:
I, II e IV somente;
I, II e III somente;
I e II somente;
III e IV somente;
I, II, III e IV.
A articulação de um projeto de integração econômica, no plano sub-regional, que fundamentasse a construção de um bloco regional mediante o qual o país pudesse negociar em termos mais equilibrados, com os seus principais parceiros no mundo desenvolvido, foi elemento central da estratégia de inserção internacional brasileira nos anos 90 do século passado.
O Brasil associou-se à referida tendência com o propósito de explorar as oportunidades de obter condições privilegiadas de acesso dos seus produtos de exportação aos mercados integrados e de dinamizar o mercado nacional e o setor produtivo doméstico mediante ampla abertura às importações provenientes dos países desenvolvidos.
Entre as mudanças realizadas ao final da última década, que contribuíram para o período recente de equilíbrio nas contas públicas, está a renegociação das dívidas estaduais, o que implicou a federalização da dívida mobiliária. Aliados aos benefícios decorrentes da renegociação das dívidas, os estados também se beneficiaram das condições macroeconômicas que afetaram positivamente a capacidade de financiamento dos estados.
Os impactos da crise mexicana sobre a economia brasileira no período pós-real se traduziram não somente em aumentos das taxas de juros, mas também em uma forte depreciação do Real em 1995, o que eliminou a sobrevalorização do câmbio.