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A identificação de vários tipos de vícios ou imperfeições do mercado tem ensejado uma série de intervenções governamentais regulatórias, o que, no Brasil, está em coerência com o próprio texto constitucional, que estabelece, como um dos princípios da ordem econômica, a livre concorrência. No caso de serviços públicos, a concessão a empresas privadas é uma das formas de o governo transferir para terceiros toda a responsabilidade pelo atendimento à população em condições de livre mercado.
Não apenas os interesses das indústrias reguladas são capazes de exercer influência e pressão no processo regulatório, mas, também, os consumidores organizados.
Os descontos dados pelas empresas de turismo para pessoas de terceira idade que viajam na baixa estação são consistentes com o comportamento de um monopolista discriminador de preços.
Em oligopólios, verificam-se curvas de demanda quebrada por ocorrer rigidez de alterações de preços somente para cima. Daí, a tendência de formação de cartel.
Sobre o Comportamento Monopolista é correto afirmar:
A discriminação de preços de primeiro grau significa que o monopolista vende diferentes unidades de produto por diferentes preços e que o preço pode diferir de pessoa para pessoa.
A discriminação de preços de primeiro grau significa que o monopolista vende quantidades diferentes a preços diferentes, mas que a pessoa que compra a mesma quantidade de bens paga o mesmo preço.
A discriminação de preços de terceiro grau significa que o monopolista vende diferentes unidades de produto por diferentes preços e que o preço pode diferir de pessoa para pessoa.
A discriminação de preços de segundo grau significa que o monopolista vende a preços iguais todas as quantidades de bens, para todos os consumidores.
Uma das restrições associadas ao paradigma E-C-D (estrutura-conduta-desempenho) decorre do fato de que esse paradigma não considera a heterogeneidade existente entre empresas em uma mesma indústria, no que tange à lucratividade.
É correto afirmar que:
a condição para que uma empresa opte por produzir uma quantidade não nula de seu produto é que o preço do mesmo seja superior ao custo fixo médio de produção.
não é possível que, no equilíbrio de longo prazo, alguma empresa opere com lucro econômico nulo, visto que, nesse caso, ela optaria por encerrar suas operações.
no horizonte de curto prazo, não é possível que uma empresa opere com lucro negativo, visto que ela sempre pode optar por encerrar suas atividades.
a condição para que uma empresa opte por produzir uma quantidade não nula de seu produto é que a margem sobre o custo médio de produção seja de aproximadamente 10%.
se um equilíbrio é obtido com todas as empresas de um mercado em concorrência perfeita obtendo lucro econômico negativo, então esse equilíbrio é de curto prazo.
Na visão de Porter, o quão acirrada será a concorrência em determinada indústria dependerá não somente da ameaça de novos concorrentes, mas também da existência de fortes barreiras à entrada, assim como da maior disponibilidade de bens substitutos.
O mercado de um bem é considerado em equilíbrio quando a quantidade que os consumidores estiverem dispostos a adquirir a determinado preço coincidir com a quantidade que os produtores estiverem dispostos a vender a esse mesmo preço. O preço de equilíbrio será aquele em que a oferta e a demanda são iguais.
Uma empresa monopsonista defronta-se com uma função Oferta de Trabalho (definida em termos de preço de oferta) dada por Wt= 100 + QL e com uma função Produto de Receita Marginal de Trabalho (associado ao produto RMg x PMgL) dada por Dt = 1000 – QL, onde QL é a quantidade contratada de trabalhadores. Sabe-se também que, em condições de concorrência perfeita, a produtividade marginal do trabalho (PMgL) equivale a 10. A partir dessas informações, é possível concluir que as quantidades contratadas de trabalho e os respectivos salários em condições, respectivamente, de (i) monopsônio, (ii) monopólio e (iii) concorrência perfeita são:
(i) QL = 450; w= 550; (ii) QL =300; w= 400; (iii) QL = 650; w= 750;
(i) QL = 300; w= 400; (ii) QL = 450; w= 550; (iii) QL = 600; w= 700;
(i) QL = 300;w=400; (ii) QL =450; w= 550; (iii) QL = 650; w= 750;
(i) QL = 600; w= 700; (ii) QL = 450; w= 550; (iii) QL = 300; w= 400;
(i) QL = 250; w= 350; (ii) QL = 400; w= 500; (iii) QL =600; w= 700;
Em relação a teoria do Consumidor, qual dos axiomas abaixo NÃO corresponde aos axiomas da teoria do consumidor:
Transitivas.
Completas.
Reflexivas.
Sintomáticas.
A estrutura de concorrência perfeita, na visão neoclássica, é referência teórica para a eficiência econômica, pois, a um tempo, é capaz de compatibilizar os interesses público e privado, e os de consumidores e produtores. Em princípio, tal modelo propiciaria a melhor alocação de recursos e se coadunaria com a atomização do mercado.
Um monopolista maximizará seu lucro no nível de produção onde a sua receita marginal se iguala ao seu custo marginal. Seu lucro será mensurado a partir do preço onde esta igualdade se verifica.
Dada uma empresa em concorrência perfeita na comercialização de grãos, em uma determinada região, tem-se as seguintes informações a respeito dessa empresa, a curto prazo:
Marque o item correto que indica a quantidade (Q) de grãos que maximiza o lucro total e o valor desse lucro total (LT), respectivamente.
Q = 3 e LT = $ 52,00
Q = 6 e LT = $ 50,00
Q = 4 e LT = $ 38,00
Q = 2 e LT= $ 42,00
Q = 8 e LT = $ 26,00
A vantagem competitiva pressupõe que as dotações de recursos das firmas sejam heterogêneas, visto que essa heterogeneidade conduz a diferenças de desempenho econômico entre as empresas: algumas apresentando baixa lucratividade e outras apresentando lucratividade acima da média do mercado.
O dumping caracteriza-se pela venda de um produto importado por um preço mais baixo do que no país de origem, sem que isso reflita menores custos aos fabricantes.