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A Teoria Geral de Keynes pretendia demonstrar que as economias capitalistas poderiam permanecer em equilíbrio, com elevadas taxas de desemprego. O desenvolvimento teórico que se seguiu à publicação da Teoria Geral, demonstrou que Keynes estava:
errado quanto à hipótese de desequilíbrio com desemprego.
certo quanto à hipótese de equilíbrio com desemprego.
errado quanto à hipótese de equilíbrio com desemprego.
errado quanto à hipótese de equilíbrio com pleno emprego.
certo quanto à hipótese de equilíbrio com pleno emprego.
Sobre as controvérsias entre a macroeconomia dos novos clássicos e Keynesianos, é correto afirmar:
Os modelos Keynesianos procuram demonstrar a importância da hipótese de que salário e preços ajustam-se rapidamente a choques e impactam sobre um equilíbrio macroeconômico que pode ser com desemprego.
Os novos clássicos desenvolveram a hipótese de expectativas adaptativas, o que permite que os mercados reajam mais rapidamente e eficientemente aos choques.
Os modelos Keynesianos tradicionais e também os chamados NeoKeynesianos são construídos a partir de fundamentos microeconômicos.
Uma das principais contribuições dos novos clássicos é o modelo do ciclo real de negócios, que assume expectativas racionais.
Os novos clássicos demostram, sob a hipótese de expectativas racionais, que os preços são flexíveis mas que os salários são rígidos no curto prazo.
Sobre o Princípio da Demanda Efetiva, desenvolvido por Keynes, é correto afirmar que:
o consumo efetivo aumenta na mesma proporção da renda.
a demanda efetiva cria sua própria oferta.
a oferta efetiva cria sua própria demanda.
a renda ou o produto é determinado(a) pela demanda agregada efetiva.
a renda ou o produto é determinado(a) pela oferta agregada efetiva.
Considerando o conceito de déficit público “acima da linha” (NFSP), assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) A variação da dívida líquida das empresas estatais deve ser considerada no cálculo da NFSP.
( ) As privatizações entram de forma aditiva na fórmula da NFSP.
( ) A NFSP nominal reflete o resultado primário do governo.
As afirmativas são, respectivamente,
F, V e F.
F, F e F.
V, V e F.
V, F e V.
V, F e F.


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Para Keynes, a remoção da rigidez de preços no mercado de trabalho e de produto não levaria ao pleno emprego.
Na visão keynesiana, um aumento de poupança aumenta o potencial de crescimento da economia na medida em que ela é pré-condição para a realização dos investimentos.
Na visão keynesiana, a coexistência entre taxas elevadas de inflação e de desemprego, nas décadas de 80 e 90 do século passado, explica-se não somente pelas expectativas de altas dessas duas variáveis, mas também pela ausência, mesmo no curto prazo, de um trade-off entre inflação e desemprego.
Nos modelos velhos e novos keynesianos, a incerteza pode ser transformada em risco, não afetando fundamentalmente as decisões de investimento e alocação de porta-fólios.


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Os economistas keynesianos acreditam que os ciclos econômicos devem-se às flutuações nas despesas de investimento.
De acordo com a abordagem keynesiana, um aumento do estoque monetário conduz à expansão da demanda agregada porque leva à redução das taxas de juros e, dessa forma, provoca expansão do investimento planejado.