

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
A transformação da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) em contribuição não cumulativa foi anunciada em 2003 e entrou em vigor em fevereiro por meio de medida provisória. Segundo o governo, esta medida visa desonerar a produção e aumentar a competitividade dos produtos brasileiros no exterior. Em contrapartida, o governo elevou as alíquotas da Cofins de 3% para 7,6% sobre o faturamento das empresas. Analisando o texto, podemos afirmar que
esta mudança teve peso diferente de acordo com o setor da economia. Setores complexos, com várias etapas de produção, foram beneficiados, pois podem abater o aumento da alíquota nas etapas anteriores. Por outro lado setores com intensiva mão-de-obra (como os serviços) ficaram prejudicados, pois não têm como abater o imposto.
esta mudança teve peso diferente de acordo com o setor da economia. Setores complexos, com várias etapas de produção, foram prejudicados, pois a nova alíquota se soma em cada etapa da produção. Por outro lado, setores com intensiva mão-de-obra (como os serviços) ficaram beneficiados.
esta mudança foi igualmente prejudicial para todos os setores da economia que, com o aumento da alíquota, certamente terão sua carga tributária aumentada independente do fato da não acumulação.
essa mudança beneficia igualmente todos os setores da economia, independente de sua natureza. Pois o fato de se pagar um tributo não cumulativo será sempre mais vantajoso em relação ao aumento de 4,6 pontos percentuais.
essa mudança não traz nenhuma vantagem ou desvantagem perceptível para nenhum setor da economia.
Em economias pequenas, cuja taxa de câmbio é flutuante, as políticas fiscais são particularmente eficazes, porque a expansão das despesas públicas, ao reduzir a taxa de câmbio, contrai as importações e aumenta a produção doméstica.
Quando financia um deficit fiscal por meio de empréstimos junto ao setor privado, o governo aumenta a taxa de juros real, aprecia a moeda nacional e expande o deficit comercial.
Uma maneira de diminuir os pagamentos de juros ao exterior, no futuro, seria combinar uma política fiscal contracionista com uma política monetária expansionista.
Quando o governo conduz uma política fiscal em que aumenta os impostos e os gastos no mesmo montante, então, é correto afirmar que essa política é neutra quanto à demanda agregada e ao produto real da economia.
Políticas tributárias e de transferências afetam a despesa agregada pelo fato de esses instrumentos fiscais, além de afetarem a renda disponível, influenciarem, também, as taxas de juros.
Se uma economia encontra-se no seu equilíbrio de longo prazo, um aumento dos gastos públicos não afeta o nível de atividade porque o impacto desses gastos é compensado por uma apreciação da moeda nacional no mercado de câmbio.
As reformas mais recentes têm afetado mais as relações fiscais horizontais que as relações fiscais verticais, o que influencia significativamente as políticas de desenvolvimento regional propostas.
O trade-off entre inflação e desemprego, sumariado na curva de Phillips de curto prazo, será mais elevado caso sejam utilizadas políticas monetárias, em vez de políticas fiscais.
Ceteris paribus, uma redução do déficit governamental eleva a poupança doméstica, reduz as taxas de juros, deprecia a taxa de câmbio e reduz o déficit do balanço comercial.
Certo
Errado
As inovações recentes nas políticas sociais têm privilegiado os municípios e não os estados, quebrando uma longa tradição na formulação de políticas sociais no país.
Uma política adequada de regulação deve ter objetivos claros quantificáveis, tendo presente que regulação não é apenas fixar preço
Os denominados estabilizadores automáticos são referentes às mudanças automáticas que ocorrem nas receitas tributárias e nas transferências governamentais quando a economia atravessa um período de recessão ou de crescimento econômico acelerado.

desde que não haja choques de oferta e que a taxa de desemprego esteja muito próxima da taxa natural, a inflação tende a desaparecer por si mesma por não ter qualquer componente inercial.
a taxa de inflação está correlacionada positivamente com a taxa de desemprego e negativamente com a inflação esperada pelos agentes econômicos.
se os agentes econômicos tiverem expectativas racio- nais, o Governo terá êxito em reduzir rapidamente a in- flação anunciando medidas de política monetária e/ou política fiscal restritivas da demanda agregada, desde que os agentes se convençam de que tais medidas serão realmente implementadas.
a taxa de inflação tende a diminuir quanto mais próxima a taxa de desemprego estiver de sua taxa natural.
a taxa de inflação será sempre constante, qualquer que seja o desemprego cíclico e mesmo na presença de choques de oferta.
O desequilíbrio das contas públicas reduz a poupança doméstica, aumenta as taxas de juros e deprecia a moeda nacional, produzindo, assim, déficits externos recorrentes.
A elevação de impostos é sempre um instrumento efetivo para conter a expansão do consumo.
Considere o seguinte sistema de equações:
Y = C(Y) + I(r) + G + X(e) - M(e)
M/P = L(r,Y)
r = r*
onde Y = renda agregada; C = consumo agregado; I = investimento agregado; X= exportações; M= importações; e = taxa de câmbio (conceito utilizado no Brasil); M/P = oferta de saldos monetários reais; L (r,Y) = função demanda por saldos monetários reais; r = taxa interna de juros; r* = taxa externa de juros. Considere ainda que as relações funcionais da primeira equação seguem aquelas previstas no modelo de determinação da renda em uma economia aberta e que a demanda por saldos monetários reais responde negativamente à taxa de juros e positivamente à renda. Com base neste modelo, supondo r* dado e que a economia seja tão pequena que possa emprestar e tomar emprestado no mercado mundial o quanto deseje, sem afetar a taxa de juros externa, é correto afirmar que:independente do regime cambial, a política fiscal é mais eficiente do que a política monetária, no que diz respeito aos seus impactos sobre a renda.
se as taxas de câmbio são flutuantes, a política monetária é menos eficiente do que a política fiscal no que diz respeito aos seus impactos sobre a renda.
sob taxas de câmbio fixas, somente a política monetária exerce influência sobre a renda.
nesse modelo, o regime cambial não é relevante para se medir a influência das políticas monetária e fiscal sobre a renda.
se as taxas de câmbio são flutuantes, a política fiscal não exerce influência sobre a renda agregada.
Indique, entre os efeitos mencionados em cada uma das opções abaixo, qual não seria resultante de uma política de corte de impostos e aumento de despesas governamentais dos Estados Unidos.
Um decréscimo no nível de investimento interno nos países da Europa.
Uma queda no investimento externo líquido nos países da Europa.
Nenhum efeito sobre o investimento ou a taxa de câmbio nos países da Europa.
Um decréscimo na taxa real de câmbio dos países da Europa.
Um decréscimo no déficit comercial externo dos países da Europa.