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No regime de câmbio flutuante, a expansão do salário nominal não é capaz de afetar o produto de equilíbrio da economia.
Em um regime com câmbio fixo, o aumento do salário nominal decorrente de política governamental acarreta tanto apreciação da taxa real de câmbio quanto redução das exportações líquidas.
Uma pequena economia no contexto internacional não pratica qualquer restrição à livre movimentação de capitais entre o país e o exterior. O Governo, desejando diminuir o índice de desemprego, resgata títulos públicos em poder do setor privado. Essa medida atingiu o objetivo pretendido de aumentar a renda do país. Sobre esse assunto, é correto afirmar que
a demanda de moeda do país não é função decrescente da taxa de juros.
a demanda de investimentos do país é função direta da taxa de juros.
o sucesso dessa política depende de a taxa de câmbio não mudar nesse processo.
o país adota o regime do câmbio flutuante.
as exportações desse país diminuíram no período.
Adotando o regime de câmbio flutuante, o Banco Central do Brasil expande ou contrai a base monetária por intermédio da compra ou venda de reservas internacionais, impondo disciplina à condução da política econômica. Essa passividade da política monetária fará que, no longo prazo, a taxa de expansão monetária do país com câmbio flutuante seja igual à taxa de expansão monetária do país ao qual a moeda está atrelada na flutuação.
No caso de um país com regime cambial flutuante, em uma situação de mobilidade internacional de capitais, se a taxa de juros doméstica aumentar, as demais variáveis relevantes permanecendo constantes, haverá
valorização cambial da moeda doméstica
saída de capitais financeiros do país
aumento das exportações do país
redução do gasto do governo
expansão da economia doméstica
Em regime de taxas de câmbio flutuantes, aumentos do déficit público podem levar à valorização da moeda nacional e expandir o déficit (ou reduzir o superávit) em conta-corrente.
Os sistemas de flutuação administrada da taxa de câmbio, utilizados atualmente em muitos países, combinam características do regime de taxas de câmbio flexíveis com intervenções esporádicas dos bancos centrais, no intuito de reduzir a volatilidade cambial.
Manter um regime cambial com taxas de câmbio flexíveis exige que a autoridade monetária tenha bom nível de reservas cambiais.
No sistema de taxas de câmbio flutuante, as políticas fiscais e monetárias podem determinar uma combinação de nível de renda e taxa de juros compatíveis com uma taxa de câmbio que assegure o equilíbrio externo, desde que haja mobilidade perfeita do capital.
Em um regime de taxas de câmbio flexíveis, uma política monetária contracionista leva a:
um aumento do produto e da taxa de juros e a apreciação cambial;
um aumento do produto, a queda da taxa de juros e a depreciação cambial;
um aumento do produto, a queda da taxa de juros e a apreciação cambial;
uma queda do produto, a elevação da taxa de juros e a apreciação cambial;
uma queda do produto, a elevação da taxa de juros e a depreciação cambial.
Em mercados globalizados, um aumento no consumo de frutas tropicais brasileiras pelos norte-americanos aumenta a demanda de reais e, em regime de taxas de câmbio flutuantes, conduz a uma apreciação da moeda norte-americana frente ao real.
Sob o regime de taxas de câmbio flutuantes, um déficit no balanço comercial, não compensado por movimentos de capitais, depreciará a moeda nacional e essa depreciação aumentará as exportações e reduzirá as importações contribuindo, assim, para eliminar o desequilíbrio inicial.
No longo prazo, em um regime de taxas de câmbio flexíveis, a imposição de restrições ao comércio, tais como quotas às importações ou tarifas, não afeta a renda porque a apreciação da moeda nacional aumenta as importações, compensando, assim, o aumento inicial das exportações líquidas.
Taxas de câmbio flutuantes reduzem o efeito de mudanças nas taxas de juros sobre a demanda agregada, porque não induzem mudanças de curto prazo no câmbio e nos níveis de competitividade.