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Se uma economia encontra-se no seu equilíbrio de longo prazo, um aumento dos gastos públicos não afeta o nível de atividade porque o impacto desses gastos é compensado por uma apreciação da moeda nacional no mercado de câmbio.
Em regime de taxas de câmbio fixas, um excesso de demanda pela moeda nacional à taxa de câmbio fixada é conhecido como superavit do balanço de pagamentos.
Observou-se, a partir de meados do século XX, a tendência de os governos adotarem regimes de câmbio flutuante. Entre as razões pelas quais isso aconteceu incluem-se:
o desenvolvimento de novas tecnologias de informação; a utilização de políticas fiscais conservadoras; e a crescente disposição dos bancos centrais a assumir riscos, a fim de cumprir seu papel de emprestador de última instância.
a utilização de políticas monetárias conservadoras; o papel estabilizador desempenhado pelo Fundo Monetário Internacional; e o advento de sistemas bancários baseados no sistema de reservas fracionárias.
a emergência de novas técnicas de engenharia financeira; o desenvolvimento de novas tecnologias de informação e processamento de dados; e a percepção de que o custo de manutenção de regimes de câmbio fixo se tornara cada vez mais elevado, fruto da especulação com moedas e outros ativos financeiros.
o advento de sistemas bancários baseados no sistema de reservas fracionárias; o papel estabilizador desempenhado pelo Fundo Monetário Internacional; e a crescente aplicação de políticas monetárias tendo como base a Curva de Phillips
Considere que as exportações brasileiras dependam da taxa de câmbio real calculada a partir da relação entre o real e o dólar e considerando as taxas de inflação no Brasil e Estados Unidos da América. É então correto afirmar que:
a inflação americana tende a desestimular as exportações brasileiras.
tudo mais constante, a inflação brasileira tende a estimular as exportações brasileiras.
tudo mais constante, uma desvalorização do dólar frente ao real tende a estimular as exportações brasileiras.
tudo mais constante, uma desvalorização do real frente ao dólar tende a desestimular as exportações brasileiras.
tudo mais constante, a inflação americana tende a estimular as exportações brasileiras.
Em uma economia aberta, com preços fixos, a política monetária é mais efetiva no controle da demanda agregada em um regime de câmbio flexível do que em um regime de câmbio fixo.
O efeito de uma desvalorização cambial sobre a economia é inequívoco: haverá uma rápida elevação na poupança privada.
Se os preços são flexíveis, o efeito final de uma política fiscal expansionista sobre o nível de atividade independe de o regime de câmbio ser fixo ou flexível.
Em um regime de câmbio flutuante, a formação da taxa de câmbio responde a diferentes fatores relacionados ao funcionamento das economias nacionais e da economia internacional. Entre esses fatores, incidem de forma direta na formação da taxa de câmbio:
a relação entre os preços domésticos e as taxas de juros internacionais.
a relação entre a demanda monetária agregada e o nível de reservas internacionais do país.
a oferta monetária do país, a relação entre a oferta e a demanda por moeda estrangeira e a relação entre taxas de juros domésticas e taxas de juros internacionais.
o produto interno, a oferta monetária doméstica e a demanda externa pela moeda nacional.
os desequilíbrios da conta de transações correntes e o comportamento da produção e das taxas de juros no mercado doméstico.
Se os especuladores esperam que o real seja depreciado em 20% em relação ao dólar norte-americano, então, eles venderão reais agora, provocando, assim, a depreciação imediata desta moeda.