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A renda das famílias varia ao longo de seu ciclo de vida, motivo pelo qual se deve escolher a distribuição da renda anualmente recebida como medida para quantificar desigualdades nos padrões de vida, em vez de escolher o conceito de renda permanente, que corresponde à renda média.
Certo
Errado
Em relação aos determinantes do consumo e investimento da economia, analise as afirmativas a seguir.
I. Pela hipótese da renda permanente, um aumento permanente das ações na bolsa de valores aumenta a renda permanente o que por sua vez eleva o consumo.
II. Pela hipótese da renda permanente, o consumo é determinado pela riqueza esperada do agente.
III. O q de Tobin mostra que as empresas ao tomarem suas decisões de investimento, consideram a relação entre o valor de mercado do capital e o seu custo de reposição.
Assinale:
se somente a afirmativa I estiver correta.
se somente as afirmativas I e II estiverem correta.
se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
se todas as afirmativas estiverem corretas.
Para qual teoria, as relações de consumo, investimento e/ou poupança são apresentadas corretamente, segundo suas próprias premissas?
Segundo a teoria da renda permanente, a propensão marginal a consumir é sempre menor do que a propensão média.
Segundo a teoria da renda permanente, o consumo é determinado pela riqueza esperada do indivíduo.
Segundo a teoria do ciclo de vida, os agentes poupam um valor constante que seja uma fração de sua renda ao longo do ciclo de vida.
Segundo a teoria do ciclo de vida, um aumento da renda permanente gera um aumento na propensão média a poupar.
Segundo a teoria “q” de Tobin, quando a razão do valor de mercado, em relação ao custo de reposição, é menor do que a unidade, gera-se investimento.
Em relação à função consumo, pode-se afirmar que, segundo a teoria:
keynesiana, variações absolutas no consumo são menores do que variações absolutas na renda, porque a propensão marginal é menor do que a propensão média a consumir;
da renda permanente, a propensão média a consumir é igual à propensão marginal sempre que não houver renda transitória;
do ciclo de vida, de Modigliani, um aumento da expectativa de vida leva à redução da propensão a poupar das famílias;
do ciclo de vida, de Modigliani, a restrição da liquidez reduz o impacto de variações da renda permanente sobre o consumo corrente;
da renda permanente, a expectativa de redução permanente de renda leva a uma redução imediata da poupança.
A propensão média a consumir a renda transitória é, para os defensores da hipótese da renda permanente, superior à propensão média a consumir a renda permanente.
A hipótese da teoria da renda permanente, que faz parte de algumas formulações da função consumo, implica que
um ganho de renda inesperado no período presente será integralmente gasto no aumento do consumo deste período
alterações temporárias nos impostos não terão efeito significativo sobre o consumo dos períodos em que ocorrem, sejam estas alterações no sentido de aumento ou redução dos impostos
o nível de consumo no período presente depende, antes de mais nada, do maior nível de renda disponível registrado no período anterior
o padrão de consumo ao longo do tempo é afetado pela existência de ilusão monetária por parte dos consumidores
a variação do padrão de consumo ao longo do tempo provavelmente é maior que a variação observada na renda disponível dos consumidores ao longo do tempo