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Para a execução dos instrumentos regulados pela portaria que dispõe sobre convênios e contratos de repasse relativos às transferências de recursos da União, é imperioso que sejam observados os elementos constitutivos da celebração dos acordos. Figura, nessa condição, o plano de trabalho que deve conter:
o valor global da proposta
o valor de repasse da União
o cronograma de desembolso
a previsão do prazo para execução do objeto
Constituem-se em impostos diretos com o sinal negativo
os subsídios.
as transferências.
os produtos a preços de mercado.
os produtos a custos de fatores.
os produtos internos líquidos.
As diferentes abordagens de comércio internacional procuram apresentar os fatores que explicam as vantagem dos países, com diferentes condições de produtividade do trabalho, grau de concorrência, nível tecnológico ou de dotação relativa de fatores ao estabelecer maior liberdade nos fluxos comerciais entre si, bem como analisar os principais efeitos econômicos internos. Tais teorias mostram as vantagens das negociações comerciais, revelando que quando os países vendem mercadorias e serviços uns para os outros, essa troca é quase sempre benéfica para ambos os lados.
Considerando essas abordagens, indique a alternativa CORRETA.
Em relação à política aduaneira brasileira é correto afirmar que:
dentro das regras do MERCOSUL, as tarifas de importação seguem a nomenclatura da Tarifa Externa Comum (TEC);
pelas regras da OMC, o Brasil não pode cobrar impostos de importação para produtos provenientes dos países mais pobres do mundo;
pelas novas regras da Rodada de Doha, que entrarão em vigor em 2014, os países em desenvolvimento terão regras especiais para determinação de cotas e tarifas de importação;
a participação brasileira na ALCA significa que em 2013 a tarifa de importação dos produtos americanos no Brasil será de 13%;
a entrada do Brasil na UNISUL significa que mecanismos de resolução de controvérsias sobre política aduaneira saem da OMC e passam a ser negociadas na UNISUL.


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Em relação à política aduaneira brasileira e seus instrumentos avalie as seguintes afirmações:
I - A TEC - Tarifa Externa Comum tem como objetivo apresentar o maior número possível de alíquotas para atender os interesses industriais e nível de agregação de quatro dígitos, com 156 produtos na lista de exceção da UNISUL.
II - A CAMEX (CÂMARA DE COMÉRCIO EXTERIOR) detém a capacidade de tomar decisões e deliberar sobre matérias de comércio exterior, incluindo o turismo.
III - O INMETRO é responsável pela Gerência Temática de Qualidade para a Exportação do Programa Especial de Exportações – PEE.
Está correto o que se afirma em:
II, apenas;
I e II, apenas;
I e III, apenas;
II e III, apenas;
I, II e III.
Dados: em US$
-
Exportações (FOB) | 1000,00 |
importações (FOB) | 900,00 |
Saldo das viagens internacionais | 100,00 |
Lucros enviados | 400,00 |
Lucros RECEBIDOS | 300,00 |
Pagamento de juros | 100,00 |
Recebimento de juros | 50,00 |
Saldo em transações correntes | 100,00 |
-
O valor referente às transferências unilaterais é:
50,00
150,00
250,00
350,00
450,00
Considere as três proposições abaixo.
I - A economia de um país A pode ser tão mais eficiente que a de B, a ponto de ter vantagem comparativa em todos os setores econômicos.
II - A vantagem comparativa de um país, em algum setor, pode ser consequência de economias de escala.
III - A abertura comercial pode beneficiar um país como um todo, embora prejudique algum grupo de residentes.
É correto o que se afirma em
I, apenas.
II, apenas.
I e II, apenas.
II e III, apenas.
I, II e III.
Mercados comuns são acordos econômicos em que os países membros eliminam barreiras tarifárias entre si, porém impõem uma tarifa externa comum aos países que não participam desse mercado comum.


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A teoria liberal do comércio funda-se na noção de benefícios recíprocos do livre comércio e da divisão internacional do trabalho com base em vantagens comparativas.
A respeito do comércio entre países, tópico significativo das economias, assinale a opção correta.
Os ganhos do comércio derivam das vantagens comparativas, que se baseiam na similaridade dos custos de oportunidade, na produção de bens e serviços, nos diferentes países.
Segundo o modelo de Heckscher-Ohlin, tanto os proprietários do fator de produção escasso como aqueles que detêm o fator de produção abundante, ganham com o comércio internacional.
O crescimento voltado para as exportações contribui para melhorar os termos de troca do país em detrimento do resto do mundo.
A redução das taxas de poupança observada nos Estados Unidos da América contribuiu para a persistência do deficit comercial nesse país.
Modificações na estrutura competitiva industrial das economias nacionais, decorrentes do processo atual de globalização dessas economias, podem levar ao aumento do desemprego estrutural.
O livre comércio, ao expor à concorrência externa os setores protegidos por elevadas barreiras tarifárias, contrai a produção desses setores e, portanto, leva à redução da renda do trabalho, no conjunto da economia.
A teoria moderna do comércio internacional procurou superar as limitações da abordagem clássica das vantagens absolutas e relativas, caracterizando- se pela produção de modelos de análise do comércio internacional mais sofisticados, a exemplo do Hecksher-Ohlin, que atribuir as diferenças de custos de produção entre os países e os padrões de especialização com base na(o):
estrutura da demanda externa.
qualidade da mão-de-obra.
qualidade da infra-estrutura de produção.
dotação dos fatores de produção.
custo do trabalho.


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De acordo com a teoria clássica do comércio internacional, as trocas comerciais entre dois países podem ser vantajosas mesmo quando um país não usufrua de vantagem absoluta no tocante à produção de um determinado bem, mas sim de vantagem comparativa, a qual decorre, segundo Ricardo, de diferenças, entre ambos países, em relação:
à produtividade da mão-de-obra.
aos custos das matérias-primas.
aos custos de transporte.
aos custos de remuneração do capital.
à dotação de fatores de produção.
De acordo com a moderna teoria do comércio internacional, segundo o modelo Heckcsher-Ohlin,
os padrões de especialização e de comércio entre os países resultam de diferenças entre os preços praticados domesticamente e aqueles praticados internacionalmente.
os países tenderão a produzir e exportar bens cuja produção seja intensiva no fator produtivo mais abundante em suas respectivas economias.
os países tenderão a concentrar-se na produção e exportação de bens cujos custos de produção, definidos pela remuneração dos fatores de produção, sejam menores.
a produtividade da mão-de-obra determina os padrões de especialização e as possibilidades de comércio entre os países.
a disponibilidade dos fatores de produção não exerce influência significativa sobre o padrão de comércio entre os países uma vez que a mobilidade dos mesmos equilibra as condições de produção internacionalmente.
Com base nas novas teorias de comércio internacional, é correto afirmar, a respeito da relação entre comércio internacional e preços dos fatores de produção, com implicações para a distribuição de renda:
o aumento de riqueza ocasionado pela liberalização comercial produz, cedo ou tarde, maior distribuição de renda, motivo pelo qual o pensamento neoliberal defende a remoção de barreiras ao comércio.
a abertura do mercado ocasiona o aumento do preço relativo do fator trabalho em uma economia em que este fator seja abundante e reduz o seu preço na economia em que o fator capital seja relativamente abundante
a especialização das economias em setores nos quais possuem vantagens comparativas engendra o abandono de atividades outrora realizadas em tais economias, produzindo desemprego e, no longo prazo, aumento nas disparidades de renda entre os mais ricos e os mais pobres
a abertura do mercado ocasiona a redução do preço relativo do fator trabalho em uma economia em que este fator seja abundante e aumenta o seu preço na economia em que o fator capital seja relativamente abundante
a abertura do mercado ocasiona a redução do preço relativo do fator trabalho tanto em uma economia em que este fator seja abundante quanto na economia em que o fator capital seja relativamente abundante
Segundo a teoria clássica do comércio internacional, na concepção de David Ricardo, o comércio entre dois países é mutuamente benéfico quando:
cada país especializa-se na produção de bens nos quais possa empregar a menor quantidade de trabalho possível, independentemente das condições de produção e do preço dos mesmos bens no outro país, o que permitirá a ambos auferir maiores lucros com a exportação do que com a venda daqueles bens nos respectivos mercados internos.
intercambiam-se bens em cuja produção sejam empregadas as mesmas quantidades de trabalho, o que lhes permite auferir ganhos em virtude de diferenças, entre esses mesmos países, na dotação dos demais fatores de produção.
ambos países produzem os bens necessários para o abastecimento de seus respectivos mercados, obtendo lucros adicionais com a exportação dos excedentes gerados.
cada país especializa-se na produção daqueles bens em que possua vantagem relativa, importando do outro aqueles bens para os quais o custo de oportunidade de produção interna seja relativamente maior.
a capacidade relativa de produção entre ambos países for semelhante, o que os leva a procurar obter vantagens absolutas e assim obter ganhos com o comércio mediante a exportação dos excedentes de produção.
A literatura econômica afirma, com base em argumentos teóricos e empíricos, que o comércio internacional confere importantes estímulos ao crescimento econômico. Entre os fatores que explicam o efeito positivo do comércio sobre o crescimento destacam-se:
a crescente importância dos setores exportadores na formação do Produto Interno dos países; as pressões em favor da estabilidade cambial e monetária que provêm do comércio; e o aumento da demanda agregada sobre a renda.
a melhor eficiência alocativa propiciada pelas trocas internacionais; a substituição de importações; e a conseqüente geração de superávits comerciais.
a crescente importância das exportações para o Produto Interno dos países; a importância das importações para o aumento da competitividade; e o melhor aproveitamento de economias de escala.
os efeitos sobre o emprego e sobre a renda decorrentes do aumento da demanda agregada; e o estímulo à obtenção de saldos comerciais positivos.
a ampliação de mercados; os deslocamentos produtivos; e o equilíbrio das taxas de juros e dos preços que o comércio induz.


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