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No processo de envelhecimento ocorrem diversas alterações macro e microscópicas no encéfalo, como a diminuição da massa encefálica, volume e quantidade de células neuronais do órgão, redução das ramificações dendríticas e do número de sinapses neurais, acúmulo de pigmento de lipofuscina nos neurônios, acúmulo de placas senis e também novelos e emaranhados neurofibrilares (SILVA et al., 2010). Doenças degenerativas são caracterizadas pela perda irreversível dos neurônios, células fundamentais para que o sistema nervoso funcione corretamente, podendo apresentar declínios de funções físicas, fisiológicas e cognitivas. Evidências tem apontado que a prática de Exercício Físico mostra benefícios para a saúde mental, então, a respeito disso é INCORRETO afirmar:
O Exercício físico aumenta o fluxo sanguíneo cerebral auxiliando no processo de neurogênese;
A prática de Exercício físico expressa quantidades maiores de Proteínas Neurotróficas Derivadas do Cérebro, aumentando a capacidade de conexões sinápticas;
O exercício físico melhora a qualidade de vida de idoso com doença neurodegenerativa;
A prática regular de exercício físico tem mostrado respostas positivas em pessoas com Alzheimer, gerando melhora na qualidade de vida e através dos benefícios neurológicos e neuromusculares;
Alguns hormônios são importantes para a manutenção da memória e oferecem funções que fazem com que o organismo se adapte, mas não encontramos evidências científicas em que o exercício físico atua nesse processo.