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A temática da saúde nas aulas de Educação Física escolar, ao longo dos últimos 15 anos, tem sido tensionada por distintas perspectivas epistemológicas. Na abordagem crítica da saúde, Almeida (2022) argumenta que a ampliação conceitual do termo “saúde” possibilitou tratá-lo como uma questão pedagógica, e não meramente fisiológica, deslocando o foco da prescrição de exercícios para a produção de experiências significativas de movimentar-se que afirmem modos de viver em busca de uma boa vida.
Nessa perspectiva, a crítica fundamentada por Almeida (2022) se ancora em estudos de autores nacionais e internacionais que discutem a saúde como afirmação da vida, cuja concepção se baseia em
Bracht e Kirk.
Palma e Quennerstedt.
Kunz e Antonovsky.
Nahas e McCuaig.
Guedes e Foucault.