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(PMA/URCA 2026) A prescrição de exercícios físicos para indivíduos com doenças cardiovasculares integra a prevenção secundária e a reabilitação cardiovascular, exigindo análise criteriosa do risco clínico, da capacidade funcional, das respostas hemodinâmicas ao esforço e da fase da doença. Diretrizes internacionais destacam que a segurança e a eficácia da intervenção dependem da adequada avaliação pré-participação e do monitoramento contínuo das variáveis fisiológicas. Com base nos princípios cientificamente fundamentados de prescrição do exercício para indivíduos com doenças cardiovasculares, assinale a alternativa mais consistente com esses fundamentos.
A prescrição de exercícios deve desconsiderar a avaliação clínica prévia, sendo suficiente a observação do desempenho funcional.
A utilização de intensidades máximas é prioritária para promover adaptações cardiovasculares eficientes.
A prescrição de exercícios deve ser baseada em avaliação médica e funcional, considerando a estratificação de risco, a capacidade funcional e as respostas hemodinâmicas ao esforço.
A prática de atividades aeróbias deve ser evitada, em razão do potencial aumento da sobrecarga cardíaca.
O programa de exercícios deve ser idêntico ao de indivíduos saudáveis, a fim de promover adaptações sem restrições.