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(PMA/URCA 2026) Com os avanços da terapia antirretroviral (TARV), a infecção pelo HIV passou a apresentar caráter crônico, sendo frequentes alterações como lipodistrofia associada ao HIV, redistribuição de gordura corporal, sarcopenia, redução da densidade mineral óssea, inflamação crônica de baixo grau e maior risco cardiovascular. Nesse contexto, o treinamento de força tem sido recomendado como estratégia adjuvante na reabilitação e promoção da saúde dessa população. Considerando as evidências científicas atuais acerca do treinamento de força para pessoas vivendo com HIV/AIDS, assinale a alternativa correta:
O treinamento de força é contraindicado para indivíduos com HIV, independentemente da carga viral e da contagem de linfócitos T CD4+, devido ao risco de imunossupressão adicional induzida pelo exercício.
O treinamento de força deve priorizar exclusivamente cargas máximas (>90% de IRM), com baixo volume, para estimular a imunidade celular e reduzir marcadores inflamatórios sistêmicos.
O exercício resistido promove aumento sustentado da carga viral plasmática, mesmo em indivíduos com adesão adequada à TARV.
A prescrição do treinamento de força deve considerar o estado clínico, a contagem de CD4+, a presença de comorbidades e os efeitos da TARV, sendo recomendadas intensidades moderadas a vigorosas, com progressão individualizada, visando melhora da massa magra, força muscular e perfil metabólico.
O treinamento aeróbio é superior ao treinamento de força para o manejo da lipodistrofia associada ao HIV, não havendo evidências que sustentem a inclusão do exercício resistido.


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