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A Ginástica Artística, enquanto modalidade regida pela Federação Internacional de Ginástica, estrutura-se sobre um Código de Pontuação que estabelece exigências de composição e critérios de execução distintos para as provas masculinas (GAM) e femininas (GAF). Embora ambos os gêneros compartilhem o solo e o salto, as provas de solo na GAF exigem acompanhamento musical e componentes coreográficos de dança, enquanto na GAM o foco reside em sequências acrobáticas de força e equilíbrio. Além dessas distinções regulamentares, a configuração dos aparelhos específicos de cada gênero responde a exigências biomecânicas e funcionais singulares dentro da estrutura competitiva internacional. Considerando as normas técnicas da Federação Internacional de Ginástica sobre a composição das provas e a exclusividade dos aparelhos por gênero, assinale a alternativa CORRETA:
As barras paralelas e a barra fixa compõem o quadro de aparelhos da GAF, focando em elementos de voo e trocas de empunhadura que priorizam a flexibilidade em detrimento da força.
As barras assimétricas e a trave de equilíbrio integram o programa da GAF, caracterizando-se pela exigência de saltos acrobáticos e elementos de força isométrica superiores aos da GAM.
As provas de argolas e cavalo com alças são exclusivas da GAM, exigindo do ginasta elementos de força estática, impulsão e movimentos circulares contínuos sem interrupções do ritmo.
O solo e o salto sobre a mesa são aparelhos universais que possuem rigorosamente os mesmos critérios de pontuação e tempo de execução para ambos os gêneros nas finais olímpicas.
A trave de equilíbrio e as argolas são aparelhos híbridos que, embora possuam alturas ajustáveis, exigem o mesmo grupo de elementos acrobáticos em competições oficiais da federação.