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A Educação Física militarista no Brasil, ressignificou as práticas corporais higienistas ao integrá-las a um projeto de nação pautado no nacionalismo exacerbado. Sob essa ótica, o corpo individual tornou-se um patrimônio do Estado, e a saúde do cidadão passou a ser vinculada diretamente à "saúde da Pátria". O ambiente escolar foi permeado por normas de conduta rígidas, onde a disciplina e a obediência eram valores fundamentais para a formação de uma juventude apta a servir ao país. Sobre a Educação Física militarista, assinale a alternativa que caracteriza CORRETAMENTE essa tendência:
Caracterizou-se pela gestão democrática das aulas, onde os alunos decidiam os conteúdos de forma co-participativa com instrutores civis.
Baseou-se na pedagogia integral do movimento como meio exclusivo de lazer, sem vínculos com a produtividade industrial ou a segurança nacional.
Priorizou a assepsia médica em detrimento de qualquer discurso patriótico, focando apenas na erradicação de epidemias urbanas.
Buscou a formação do "cidadão-soldado" por meio de métodos de ginástica rígidos, visando à disciplina, à hierarquia e à preparação física para o cumprimento dos deveres com a nação.
Defendeu a total separação entre a instrução física militar e a Educação Física escolar, impedindo que militares ministrassem aulas em instituições de ensino.