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A epicondilite lateral do cotovelo, popularmente conhecida como "cotovelo do tenista", é uma das causas mais frequentes de dor na região do cotovelo, afetando tanto atletas quanto a população em geral. Embora o termo sugira um processo inflamatório, estudos histopatológicos modernos a caracterizam como uma tendinose decorrente de sobrecarga e microlesões, especialmente na origem do tendão extensor radial curto do carpo. Para o profissional de Educação Física, o conhecimento sobre a progressão segura dos exercícios é fundamental para auxiliar na reabilitação e no retorno funcional do indivíduo às suas atividades habituais. Assim, assinale a alternativa que aponta uma sequência adequada de intervenção por meio de exercícios e qual o critério para que o indivíduo seja autorizado a retornar à prática esportiva ou laborativa?
O tratamento deve focar na imobilização gessada do cotovelo durante a realização de exercícios de força explosiva, visando a cura rápida da inflamação aguda.
Deve-se iniciar imediatamente pelo reforço muscular de alta intensidade, utilizando a dor como guia para aumentar o volume de repetições e acelerar a cicatrização.
Uma vez conseguido o controle da dor, deve-se iniciar o alongamento e o ganho de amplitude articular, seguidos de exercícios isométricos, progredindo para o reforço muscular quando não houver mais dor.
O profissional deve priorizar exclusivamente o fortalecimento da musculatura flexora do punho, já que a musculatura extensora não possui relação anatômica com o epicôndilo lateral.
O retorno às atividades está autorizado logo após a primeira infiltração com corticosteroide, sendo desnecessária a avaliação da força muscular ou da capacidade de realizar repetições.