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Por volta dos anos 50, iniciou-se um novo movimento que alguns autores denominaram como "nova dança" ou "inversão", caracterizado pela recusa dos fins e dos meios da dança moderna. Nesse contexto, surgiram coreógrafos como Merce Cunningham, Alwin Nikolais e Maurice Bejart, cada qual com suas propostas específicas. Sobre esse período e seus principais representantes, assinale a alternativa CORRETA.
Maurice Bejart rejeitava qualquer fusão entre dança clássica e moderna, defendendo um retorno puro ao balé romântico do século XIX.
Merce Cunningham foi responsável pela coreografia de movimentos não dançantes; Alwin Nikolais afirmava que "quem consegue aplicar as faculdades dos sentidos à sensação do movimento, dança", desvinculando a dança de um conteúdo narrativo; Maurice Bejart criou a dança prospectiva, fundindo clássico e moderno, e elevou a dança a um nível ritualístico.
Alwin Nikolais foi o criador do "Balé Cômico da Rainha" no século XVI, não tendo relação com o movimento do pós-guerra.
A chamada "dança prospectiva" de Bejart ignorava completamente o passado, propondo uma ruptura total com qualquer referência histórica ou teatral.
Merce Cunningham, Alwin Nikolais e Maurice Bejart defendiam que a dança deveria manter-se estritamente narrativa, contando histórias lineares com começo, meio e fim.