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Um treinador físico-esportivo do IFCE compreende que a fadiga é definida como a incapacidade de manter um nível de potência ou de força durante repetidas contrações musculares. Durante os treinos de longa duração (de 1 a 4 horas) da equipe de atletismo, ele observou queda na potência e na velocidade dos atletas de longa distância, sobretudo em dias quentes. Diante disso, decidiu implementar estratégias fisiologicamente eficientes para evitar a fadiga neuromuscular nos atletas, como a
suplementação de glicose e a ingestão de líquidos durante os desempenhos prolongados, a fim de manter a glicemia, preservar os estoques de glicogênio e sustentar a excitabilidade da membrana muscular.
ingestão de lipídios durante o exercício prolongado, uma vez que essa é a estratégia mais eficaz para preservar a excitabilidade da membrana muscular, pois a oxidação de ácidos graxos mantém estável o gradiente eletroquímico transmembrana.
restrição da ingestão hídrica durante o exercício prolongado, a fim de estimular adaptações renais que aumentam o volume plasmático e retardam a fadiga neuromuscular.
suplementação exclusiva de proteínas no decorrer do exercício prolongado para manter a potência muscular, uma vez que os aminoácidos são a principal fonte de ATP durante esforços prolongados.
administração de bicarbonato de sódio no decorrer do desempenho de longa duração e intensidade moderada, uma vez que essa estratégia previne a fadiga neuromuscular ao neutralizar a acidose metabólica decorrente da predominância do metabolismo aeróbio.