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A abordagem construtivista-interacionista para o ensino da educação física, proposta por João Batista Freire, distingue-se das demais abordagens críticas por
fundamentar-se na epistemologia piagetiana, valorizando o jogo simbólico, a cultura infantil e o brincar como mediadores do desenvolvimento motor e cognitivo, sem perder de vista a intervenção pedagógica intencional.
compartilhar com a abordagem crítico-superadora o referencial marxista, diferenciando-se pelo foco no desenvolvimento motor como expressão das contradições sociais vividas pela criança.
aproximar-se da abordagem desenvolvimentista de Go Tani ao priorizar a sequência lógica do desenvolvimento motor, diferenciando-se pelo maior peso atribuído à dimensão afetiva e lúdica.
centrar o processo educativo na ação do sujeito sobre o meio, o que implica reduzir a intervenção do professor para garantir a autonomia do estudante na construção do conhecimento corporal.
adotar a concepção vygotskyiana de zona de desenvolvimento proximal como eixo estruturante, priorizando a mediação social e a linguagem como instrumentos centrais da aprendizagem motora.