Idosa, 68 anos, internada há quinze dias na clínica cirúrgica de um hospital público, após cirurgia
para correção de fratura em fêmur, restrita ao leito, queixa-se de dor de início súbito e de intensidade
moderada no local da fratura, com agitação e aparência abatida. Aceita parte da dieta oferecida.
Intracath pérvio em subclávia direita sem sinais visíveis de infecção no local de inserção. Funções de
eliminação presentes e normais. Ao elaborar o plano assistencial da paciente, o enfermeiro considerou
como problemas de enfermagem prioritários “restrita ao leito” e “dor de início súbito e de intensidade
moderada”, que estão relacionados aos seguintes diagnósticos de enfermagem, respectivamente:
A
mobilidade no leito prejudicada, caracterizada por capacidade prejudicada de mover-se entre a
posição prona e supina, relacionada à barreira ambiental; dor aguda, caracterizada por desconforto
com a situação e medo, relacionada ao regime de tratamento.
B
mobilidade física prejudicada, caracterizada por dificuldade para virar-se e instabilidade postural,
relacionada à alteração na integridade de estruturas ósseas; dor crônica, caracterizada por
evidências de dor, usando lista padronizada de verificação de comportamento de dor.
C
deambulação prejudicada, caracterizada pela capacidade prejudicada para percorrer as distâncias
necessárias, relacionada por dor e prejuízo musculoesquelético; dor aguda, caracterizada por
comportamento expressivo e expressão facial de dor, relacionada a agente lesivo físico.
D
risco para deambulação prejudicada, caracterizada por dor e energia insuficiente, relacionada a
procedimento cirúrgico; risco de dor crônica, caracterizada por medo e mobilidade física
prejudicada, relacionada à ansiedade e ao medo.