Paciente J.A.L., de 58 anos, do sexo masculino, vítima de
acidente motociclístico, chega à unidade de pronto-socorro
com Glasgow 8. Após suporte ventilatório e avaliações
iniciais, o paciente é admitido na UTI. Frente ao diagnóstico
de enfermagem “risco de perfusão tissular cerebral ineficaz”,
o enfermeiro deve prescrever os seguintes cuidados
de enfermagem:
A
manter a pressão arterial sistólica > 90 mmHg, evitando
hipotensão e pressão arterial média > 120
mmHg, e manter o controle glicêmico (140-180
mg/dl). Manter sedação contínua em bomba de infusão.
Manter alinhamento cervical e estimular a manobra
de Valsalva e a tosse, evitando constipação e
obstrução das vias aéreas.
B
manter repouso absoluto no leito para reduzir o edema
cerebral, manter o PCO2 abaixo de 30 mmHg
para evitar vasodilatação cerebral. Manter PVC entre
5-10 mmHg e evitar a hipercapnia.
C
elevar a cabeceira do leito, mantendo alinhamento
cervical. Mobilizar passivamente o paciente. Evitar
PIC > 25 mmHg. Manter a PO2 acima de 60-70
mmHg e a PCO2 arterial entre 30-40 mmHg. Evitar
aspirar vias aéreas sem prévia avaliação.
D
realizar hiperventilação antes da aspiração das vias
aéreas; não elevar o quadril sem elevar o tórax do
cliente para não aumentar HIC; manter hipotensão
PAS < 90 mmHg, oferecer dieta rica em fibras para
diminuir os esforços de evacuação e não aumentar a
HIC.