A sífilis é uma infecção sexualmente transmissível (IST) de caráter sistêmico, curável e exclusiva do ser humano. É causada pelo Treponema Pallidum, uma bactéria Gram-negativa do grupo das espiroquetas, descoberta em 1905. Os profissionais de saúde devem estar aptos a identificar as manifestações clínicas e classificar os estágios da sífilis, assim como interpretar os resultados dos testes que desempenham função importante no controle do agravo, permitindo a definição do diagnóstico e o monitoramento da resposta terapêutica. (BRASIL, 2019). Sobre a sífilis é correto afirmar:
A transmissão da sífilis ocorre exclusivamente por via sexual e vertical.
A transmissão vertical acontece mais frequentemente intraútero, embora também possa ocorrer durante a passagem do feto pelo canal do parto, se houver a presença de lesão ativa.
A sífilis congênita não é passível de prevenção, mesmo que a gestante faça uso do antibiótico adequado, visto que, o tratamento realizado durante a gravidez apenas reduz a quantidade de espiroquetas, exigindo assim o tratamento do recém-nascido.
Quanto aos testes diagnósticos da sífilis temos: testes treponêmicos: que detectam os anticorpos não específicos que são liberados pelas células danificadas em decorrência da sífilis e devem ser dados em fração (1:4, 1:8, 1:16) e os testes não-treponêmicos que detectam anticorpos específicos produzidos contra os antígenos do Treponema pallidum.