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A universalização do uso de Sistemas de Informações em Saúde para apoio à gestão micro e macro tem sido desenvolvida nas últimas décadas como estratégia de Estado em todos os níveis dos sistemas de saúde, da atenção primária à terciária. (Pinto et al, 2018). Sobre os Sistemas de Informação utilizados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), é incorreto afirmar que:
O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, por intermédio de uma rede informatizada, para apoiar o processo de investigação e dar subsídios à análise das informações de vigilância epidemiológica das doenças de notificação compulsória.
O Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) foi implementado em março de 1990, com o objetivo de melhorar a qualidade das informações sobre nascidos vivos no Brasil, registrando também características do parto e variáveis associadas às mães dos recém-nascidos e aos óbitos fetais e tendo como documento-base a Declaração de Nascido Vivo.
O Sistema de Informações Ambulatoriais (SIA-SUS) registra a movimentação física e financeira de procedimentos e exames ambulatoriais em todo o País.
O Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES) normatiza o cadastramento em todo o território nacional exclusivamente das unidades de saúde conveniadas ao SUS.