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O Ministério da Saúde objetiva sensibilizar as mulheres para a importância de se proteger contra doenças durante a gestação de seus recém-nascidos. A adesão à vacina dTpa (difteria, tétano e coqueluche), por exemplo, exclusiva para gestantes, foi de 38,5%, em 2017, enquanto a meta era atingir 95% do público-alvo. Esta vacina é ofertada no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS) há quatro anos. Sobre a vacina da dTpa na gestante, assinale a alternativa CORRETA.
O esquema é composto por duas doses.
A gestante deve tomar uma dose única da vacina se comprovado esquema vacinal há menos de 2 anos.
Gestante sem nenhuma dose registrada inicie o esquema vacinal o mais precocemente possível com 3 doses, com intervalo de 60 dias ou, no mínimo, 15 dias.
A presença de Síndrome de Guillain-Barré, nas seis semanas após a vacinação anterior contra difteria e/ou tétano, indica a necessidade de reforço da vacina.
Após a vacinação, a dor, a vermelhidão e o edema no local da aplicação são frequentes, além de febre, cefaleia, irritabilidade, sonolência, perda do apetite e vômito.