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A prevenção de quedas e dos danos dela decorrentes é uma meta para a segurança do paciente.
Acerca da prevenção de quedas, assinale a alternativa INCORRETA.
A hospitalização aumenta o risco de quedas, uma vez que os pacientes se encontram em ambientes que não lhe são familiares. Os procedimentos terapêuticos podem aumentar esse risco, como por exemplo a infusão de soluções por via endovenosa. Medicamentos também contribuem para o risco de queda, entre os quais estão os benzodiazepínicos, antiarrítmicos, antidepressivos, diuréticos, laxativos, hipoglicemiantes orais e insulina. A obesidade severa também é considerada um fator de risco para queda.
Pode-se afirmar que idosos acima de 65 anos de idade têm maior risco de queda relacionado a fatores como demência, osteosporose e depressão, bem como baixo índice de massa corpórea e dor intensa, assim como pacientes com acometimentos neurológicos e em reabilitação. Contudo, as instituições devem adotar medidas de prevenção de quedas para todos os pacientes, independentemente do risco.
A avaliação do risco de queda deve ser feita na admissão do paciente, com o emprego de escala adequada ao perfil dos pacientes da instituição. A avaliação deve considerar fatores que podem contribuir para o agravamento do dano em caso de queda, como o uso de anticoagulante e discrasias sanguíneas.
Na avaliação do risco, deve ser adotada uma escala que permita classificar o risco de queda que o paciente apresenta, possibilitando orientar intervenções necessárias para evitar sua ocorrência. A avaliação deve ser repetida a cada 3 dias até a alta do paciente. Uma vez identificado o risco, este deve ser sinalizado visualmente a fim de alertar toda a equipe de cuidado.