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O enfermeiro, ao atuar no programa de doação, captação e transplante de órgãos e tecidos, deve agir de acordo com a normatização estabelecida pelo Conselho Federal de Enfermagem, sendo que, entre outras ações, ele deve
avaliar doador ou órgão solicitando, como pré-requisito, o documento de consentimento livre e esclarecido de autorização da doação, emitido previamente pelo doador.
avaliar doador ou órgão identificando condições que possam aumentar os riscos do procedimento e/ou que possam diminuir a curva de sobrevivência do doador.
definir a morte encefálica do doador dando início ao processo de transplante por meio do registro dos termos de morte, doação e informações do doador no prontuário do receptor.
planejar e implementar ações que visem a otimização de doação e captação de órgãos/tecidos para fins de transplante.
realizar sistematicamente visita domiciliar a famílias de idosos com o intuito de orientá-los quanto à possibilidade de doação de órgãos.