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A obesidade já é considerada uma epidemia mundial, independente de condições econômicas e sociais. O risco aumentado de mortalidade e morbidade associado à obesidade tem sido alvo de muitos estudos. Considerando ser essa desordem um grupo heterogêneo de condições com múltiplas causas e que o aumento da prevalência implica definição de prioridades e estratégias de ação de Saúde Pública, é CORRETO afirmar que
a obesidade (IMC>25Kg/m2) em mulheres está associada à maior incidência de câncer de tireoide.
a prevenção primária da obesidade, reforçando a importância de manter um balanço energético positivo e orientações quanto à ingesta alimentar e hábitos saudáveis, trazem uma importante redução no peso corporal e com isso menor risco para o desenvolvimento de doenças, como hipertensão arterial, diabetes, neoplasias, outros distúrbios endócrinos e melhora da autoestima.
para cada 10% de aumento no peso corporal, há aumento na incidência de doenças coronarianas em aproximadamente 20%, além da elevação no colesterol plasmático em torno de 12 mg/dl, aproximadamente, o que demonstra a importância do investimento na prevenção primária e acompanhamento do paciente portador dessa desordem.
garotas obesas geralmente possuem a menarca em idades muito tardias, se comparadas com jovens com peso normal, já que a menstruação é provavelmente iniciada quando o peso corporal atinge certa massa corporal crítica.
a localização do tecido adiposo na região abdominal, muito comum em obesos, também predispõe a problemas cardiovasculares. Uma forma simples para medir o grau de adiposidade intra-abdominal consiste na razão entre as circunferências da cintura e do quadril: para homens, o risco de desenvolver esse tipo de doença aumenta quando a relação cintura/quadril é acima de 1,99 e, para mulheres, quando essa relação é acima de 0,99.