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A ECG é usada como medida clínica objetiva da gravidade da...

Leia o relato do caso a seguir, para responder às questões 16, 17, 18, 19 e 20.


RSC, de 50 anos, do sexo masculino, vítima de acidente automobilístico, admitido no setor de urgência de um hospital geral com traumatismo crânio-encefálico (TCE), trauma na região pélvica e fratura exposta de fêmur direito, com sangramento abundante. Chegou inconsciente, com escala de coma de Glasgow (ECG) >08, pupilas anisocóricas D>E, reagindo aos estímulos dolorosos em postura de decorticação e apresentando sinais de choque. Realizado acesso venoso periférico com abocath 14, iniciado reposição volêmica, intubação orotraqueal e instalado ventilação mecânica (VM), sondagem vesical de demora, dentre outros cuidados. Ainda, realizado exame de imagem e coleta de sangue para exame laboratorial. Constatou-se edema cerebral importante com desvio da linha média. Encaminhado ao centro cirúrgico para cirurgia de correção da fratura de fêmur e, após procedimento, conduzido para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). No 2º dia na UTI, permanece intubado, sedado, em VM, recebe dieta por SNE, MID gessado, sendo feito monitorização da pressão intracraniana (PIC) que se mantém estável e apresenta aumento da creatinina sérica a > 200 a 300% do valor basal, baixo débito urinário: < 0,5 mL/Kg/h por mais de 12 horas.

A ECG é usada como medida clínica objetiva da gravidade da lesão cerebral em pacientes, e avalia os seguintes parâmetros:


A

assimetria pupilar, resposta verbal e motora.


B

assimetria pupilar, resposta verbal e déficit motor.


C

abertura ocular, assimetria pupilar e resposta motora.


D

abertura ocular, resposta verbal e motora.