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Ao conferir os resultados dos exames citológicos de colo de útero das usuárias da UBS, a enfermeira constatou que o resultado de R.M., 38 anos indicava “metaplasia escamosa imatura” e a presença de Lactobacillus sp na amostra. Ao analisar o prontuário, constatou que o espaçamento entre o exame atual e o anterior era de cinco anos, que R.M. não referia dor, desconforto ou a ocorrência de corrimento vaginal e utilizava dispositivo intrauterino (DIU) como método anticoncepcional.
Frente a essa situação, a conduta da enfermeira deve compreender:
a coleta de material para a realização do teste rápido para sífilis e HIV e o encaminhamento de R.M. ao ginecologista para avaliação e tratamento da infecção sexualmente transmissível (IST) detectada.
a orientação à usuária de que o resultado observado é normal, o microrganismo identificado faz parte da microbiota vaginal e que deverá realizar novo exame colpocitológico em 1 (um) ano, conforme a rotina de rastreamento citológico preconizada pelo Ministério da Saúde.
o encaminhamento da usuária para realização de colposcopia e a realização de teste rápido ou solicitação de sorologias para HIV, sífilis e hepatite B.
a prescrição de tratamento da infecção vaginal com Miconazol creme a 2%, via vaginal, por 7 dias, e encaminhamento para colposcopia, que só deverá ser realizada 10 dias após finalizado o tratamento.
a informação de que será necessária a retirada do DIU o mais breve possível, a coleta de material para a realização do teste rápido para sífilis e HIV caso R.M. concorde em realizar os exames, e o encaminhamento da usuária ao ginecologista para avaliação e acompanhamento.