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Com base nas Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero: Parte I – Rastreamento organizado utilizando testes moleculares para detecção de DNA-HPV Oncogênico (2025), analise as assertivas abaixo:
I. É recomendado que o profissional de saúde, ao realizar a coleta da amostra para testes de DNA-HPV oncogênico, utilize os mesmos sítios anatômicos indicados para coleta de exame citopatológico (ecto e endocérvice).
II. É recomendada a disponibilização de insumos e materiais para autocoleta a ser oferecida por profissionais de saúde, priorizando-se os agentes comunitários de saúde ou outros profissionais devidamente capacitados, como uma das estratégias para ampliar o acesso ao rastreamento em situações específicas.
III. É recomendada a repetição do teste de DNA-HPV oncogênico, em intervalos de 5 anos, após resultado negativo.
IV. Não é recomendado o rastreamento com testes de DNA-HPV oncogênico antes dos 25 anos. Caso o rastreamento seja realizado inadvertidamente antes dos 25 anos, um eventual resultado com presença de qualquer tipo de HPV não deve ser considerado, e a mulher deve ser orientada sobre a história natural da infecção pelo vírus e a iniciar o rastreamento aos 25 anos.
Quais estão corretas?
Apenas I.
Apenas I e IV.
Apenas II e III.
Apenas II, III e IV.
I, II, III e IV.
Considere as afirmativas relacionadas aos Protocolos de Enfermagem do Coren-SC para a saúde da mulher, no que se refere à prevenção do câncer de colo do útero. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( )Mulheres que não iniciaram a vida sexual não possuem indicação para o rastreamento do câncer de colo do útero e suas lesões precursoras.
( )Em caso de histerectomia subtotal, com permanência do colo do útero, a mulher deve seguir a rotina de rastreamento.
( )Os cistos de Naboth são lesões que necessitam de encaminhamento para avaliação especializada, devido ao risco de malignidade.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
F − F − V.
V − F − V.
V − F − F.
F − V − F.
V − V − F.
São considerados os principais fatores de risco para o câncer de colo uterino:
Infecção pelo HPV subtipo 8 e 16 e imunossupressão.
Nuliparidade e número elevado de parceiros sexuais.
Idade tardia no primeiro ato sexual e tabagismo.
Infecção pelo HPV subtipo 16 e 18 e uso de anticoncepcional.
Preencha as lacunas com a alternativa CORRETA:
A endocérvice é a parte _____________ do colo uterino, que vai do orifício cervical externo ao interno, revestida por epitélio cilíndrico simples, contém glândulas cervicais que secretam muco; a ectocérvice é a porção mais externa da _____________, em contato com a vagina, revestida por epitélio pavimentoso estratificado.
Alta / genitália.
Baixa / genitália.
Externa / vesícula uterina.
Interna / cérvice.
Fina / vesícula cérvica.
Em uma unidade de saúde da atenção básica, uma paciente acompanhada realizou exame citopatológico do colo do útero, cujo resultado apresentou alteração sugestiva de neoplasia. Diante desse resultado, a paciente foi encaminhada para um serviço de maior complexidade para confirmação diagnóstica e tratamento específico.
Essa conduta evidencia a aplicação do seguinte princípio organizativo do SUS:
equidade.
integralidade.
regionalização.
hierarquização.
descentralização.
Relacione as colunas a seguir associando o resultado do teste molecular para detecção de DNA-HPV (TM DNA-HPV) oncogênico, utilizado para o rastreamento do câncer de colo do útero, e a conduta recomendada pelo Ministério da Saúde.
I. Repetir o teste DNA-HPV para o rastreamento do câncer de colo uterino em 5 anos.
II. Realizar nova coleta de amostra, para teste de DNA-HPV oncogênico, por profissional de saúde, para repetição do teste.
III. Encaminhar a usuária para colposcopia.
IV. Encaminhar a usuária para o serviço de oncologia de referência para avaliação e conduta.
V. Excluir do rastreamento.
( ) Usuária; 28 anos de idade; HIV positiva, há 10 anos; material obtido por autocoleta: resultado do TM DNA-HPV = positivo para HPV tipos 33 e 39.
( ) Usuária; 55 anos de idade; menopausa, há 4 anos; submetida a histerectomia total, devido ao diagnóstico de mioma uterino, há 2 anos; sem história prévia de diagnóstico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau, com exames anteriores normais: resultado do TM DNA-HPV = negativo.
( ) Usuária; 31 anos de idade; coleta de material por profissional de saúde: resultado do TM DNA-HPV = positivo para HPV tipo 18.
( ) Usuária; 52 anos de idade; resultado do TM DNA-HPV = inconclusivo para todos os tipos virais.
( ) Usuária; 50 anos; menopausa, há 2 anos; coleta de material por profissional de saúde: resultado do TM DNA-HPV = negativo para todos os tipos virais.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dessa associação.
III, I, III, II, I.
IV, I, IV, II, II.
I, V, III, II, V.
II, I, III, IV, I.
III, V, III, II, I.
Durante uma consulta de enfermagem em uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma mulher de 28 anos, sexualmente ativa, relata início recente de relacionamento com novo parceiro e questiona sobre prevenção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) e sobre a necessidade de realizar exames preventivos ginecológicos. A Enfermeira, então, aproveita a oportunidade para realizar o trabalho de educação em saúde, abordando a relação entre infecção persistente pelo Papilomavírus Humano (HPV), comportamento sexual e rastreamento do câncer do colo do útero. Considerando as recomendações do Ministério da Saúde para prevenção das ISTs e o rastreamento do câncer do colo do útero no Sistema Único de Saúde (SUS), analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):
( ) O rastreamento do câncer do colo do útero deve ser realizado anualmente em todas as mulheres sexualmente ativas, independentemente da idade ou de exames anteriores.
( ) O exame citopatológico do colo do útero é recomendado para mulheres de 25 a 64 anos com vida sexual ativa, podendo ser realizado a cada três anos após dois exames anuais consecutivos com resultado normal, como estratégia de detecção precoce de lesões associadas ao HPV.
( ) O exame preventivo do colo do útero deve ser realizado apenas em mulheres que apresentem sintomas ginecológicos, como corrimento vaginal, dor pélvica ou sangramento anormal.
( ) O rastreamento deve iniciar apenas após os 40 anos, período em que o risco de câncer do colo do útero se torna mais elevado.
( ) A prevenção do câncer do colo do útero deve ser realizada exclusivamente por meio de colposcopia em serviços especializados, não sendo indicado o exame citopatológico na Atenção Primária.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
V-V-F-F-F.
F-F-V-F-F.
F-F-F-F-V.
V-V-F-V-V
F-V-F-F-F.
Durante o acolhimento em uma Unidade Básica de Saúde, uma mulher de 32 anos procurou o serviço para realizar o rastreamento do câncer do colo do útero.
Considerando as recomendações vigentes do Ministério da Saúde sobre o teste molecular para detecção do DNA-HPV oncogênico, assinale a alternativa CORRETA.
O teste molecular de DNA-HPV deve ser realizado anualmente em pessoas com colo do útero entre 25 e 64 anos.
O teste molecular de DNA-HPV é recomendado para pessoas com colo do útero entre 25 e 64 anos, devendo ser repetido a cada cinco anos quando o resultado for negativo.
O rastreamento deve ser interrompido aos 60 anos de idade, independentemente do histórico de exames.
O rastreamento com teste molecular de DNA-HPV deve ser iniciado aos 18 anos de idade em todas as pessoas sexualmente ativas.
Pessoas vacinadas contra o HPV não necessitam realizar rastreamento para câncer do colo do útero.
O câncer do colo do útero é um importante problema de saúde pública. Sobre suas causas e fatores de risco, marque a alternativa correta.
O câncer do colo do útero é causado, principalmente, por infecções bacterianas de repetição não tratadas.
A hereditariedade é o principal fator responsável pelo desenvolvimento do câncer do colo do útero.
O principal fator causal do câncer do colo do útero é a infecção persistente pelo Papilomavírus Humano, (HPV), especialmente por subtipos oncogênicos, (16,18).
O uso prolongado de anticoncepcional oral é considerado a causa direta e isolada do câncer do colo do útero.
O Ministério da Saúde publicou novas diretrizes para rastreamento do câncer do colo do útero, oficializando a incorporação do exame molecular de DNA-HPV ao Sistema Único de Saúde (SUS). Recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o teste molecular permite identificar o subtipo do vírus, caso o resultado seja positivo, direciona o tratamento das lesões e pode reduzir casos de câncer. O novo exame vai substituir gradualmente o papanicolau como exame de rastreio e prevenção na Atenção Primária à Saúde (APS). Com a mudança, o intervalo entre as coletas, quando não houver diagnóstico do vírus, passará a ser de _____________ anos. A portaria amplia a faixa etária de rastreio, de _______________.
Completa as lacunas acima com a alternativa CORRETA:
Cinco; 25 a 64 anos
Três; 20 a 60 anos
Um; 22 a 65 anos
Quatro; 20 a 65 anos
Dois; 23 a 67 anos
A morte por câncer de colo do útero tornou-se menos comum, dada a detecção precoce das alterações celulares pelo esfregaço de Papanicolaou. Quando a paciente é diagnosticada com câncer invasivo de colo do útero, o estadiamento clínico estima a extensão da doença, a fim de que o tratamento possa ser planejado de modo mais específico e o prognóstico possa ser razoavelmente previsto. O estadiamento se fundamenta na classificação da International Federation of Gynecology and Obstetrics. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao estágio em que o tumor se estende para a parede pélvica e/ou para o terço inferior da vagina e/ou provoca hidronefrose.
Estágio IV.
Estágio II.
Estágio III.
Estágio I.
Segundo as diretrizes de tratamentos oncológicos da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica, são fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de colo de útero, EXCETO:
Início precoce da vida sexual.
Uso de contraceptivos orais.
Tabagismo.
Dificuldade ao rastreamento e à vacinação.
Uso de preservativos.
Durante reunião de educação permanente na Atenção Primária à Saúde, uma enfermeira apresentou à equipe as atualizações do protocolo nacional de rastreamento do câncer do colo do útero, que incorporou o teste molecular para detecção do DNA do Papilomavírus Humano (HPV) como método primário de rastreamento. Considerando as recomendações vigentes para a população geral e para grupos especiais, analise as afirmativas a seguir.
I. O teste de DNA-HPV possibilita a identificação da presença de tipos virais associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero, permitindo reconhecer mulheres e pessoas com colo do útero sob maior risco de desenvolver lesões precursoras antes do aparecimento de alterações citológicas detectáveis.
II. Pessoas vivendo com HIV/AIDS, pacientes transplantados ou em uso de medicamentos imunossupressores devem iniciar o rastreamento do câncer do colo do útero após o início da atividade sexual e, na ausência de alterações, realizá-lo com periodicidade de três anos.
III. O rastreamento do câncer do colo do útero por meio do teste de DNA-HPV é recomendado para mulheres e pessoas com colo do útero na faixa etária de 25 a 64 anos.
IV. Quando o teste de DNA-HPV identifica qualquer genótipo de alto risco oncogênico, incluindo os tipos 16 e 18, a citologia reflexa deve obrigatoriamente ser realizada antes do encaminhamento para colposcopia.
Sobre as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I, III e IV estão corretas.
As afirmativas I, II, III e IV estão corretas.
O exame de Papanicolau é o método de rastreamento para o câncer de colo uterino. A recomendação do Ministério da Saúde para periodicidade do exame em mulheres com resultados normais nos dois primeiros exames anuais consecutivos é:
anual.
bienal.
trienal.
quinquenal.
semestral.
O câncer do colo do útero é uma das principais neoplasias que acometem a população feminina, sendo alvo de ações de rastreamento na Atenção Primária. Segundo o protocolo nacional de rastreamento do câncer do colo do útero, a periodicidade correta para a realização do exame citopatológico (preventivo), após dois exames anuais consecutivos negativos, é de
a cada 6 meses.
anualmente.
a cada 3 anos.
a cada 5 anos.
somente em mulheres sintomáticas, suspendendo o rastreamento em assintomáticas.
Durante a Campanha de Prevenção de Câncer de Colo de Útero, a enfermeira da unidade do ambulatório atende uma mulher de 38 anos, assintomática, que refere nunca ter realizado exame prévio para esse tipo de câncer.
Considerando o modelo de Rastreamento Organizado com uso de testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero de 2025, a conduta para essa paciente é:
Realizar apenas exame clínico ginecológico anual, dispensando testes laboratoriais em mulheres assintomáticas.
Manter rastreamento exclusivamente por citologia a cada 3 anos, pois a incorporação dos testes moleculares é exclusiva para mulheres acima de 45 anos.
Realizar teste molecular para detecção de DNA-HPV oncogênico como exame primário e, em caso de resultado negativo, indicar repetição em intervalo de 5 anos.
Realizar imediatamente citologia oncótica (Papanicolau) como exame primário e repetir anualmente, independentemente do resultado.
Encaminhar para colposcopia imediata após realizar o teste molecular e, independentemente do resultado, indicar a repetição em intervalos de 3 anos.
No Brasil, estimam-se, para cada ano do triênio de 2023-2025, 17.010 casos novos de câncer de colo do útero, correspondendo a um risco estimado de 15,38 casos/100 mil mulheres. O exame citopatológico (exame de Papanicolau) continua sendo uma técnica segura e eficaz, podendo ser realizado em locais que ainda não oferecem o novo teste de DNA-HPV, garantindo a continuidade da prevenção.
De acordo com as diretrizes brasileiras, o exame citopatológico do colo do útero é recomendado para pessoas com útero, que já iniciaram atividade sexual, na faixa etária de:
25 a 64 anos.
18 a 69 anos.
16 a 60 anos.
15 a 59 anos.
12 a 65 anos.
Uma mulher de 31 anos comparece à Unidade Básica de Saúde para consulta de enfermagem. Ela informa vida sexual ativa, ausência de sintomas ginecológicos e histórico de exame citopatológico anterior sem alterações. Durante a consulta, a profissional explica que o rastreamento do câncer do colo do útero deve seguir as recomendações nacionais vigentes, em relação a essas recomendações, assinale a alternativa CORRETA.
O rastreamento depende principalmente da presença de sintomas ginecológicos, sendo a coleta periódica indicada quando houver manifestações clínicas sugestivas de doença cervical.
O rastreamento deve ser definido prioritariamente pela frequência da atividade sexual, independentemente da idade, dos exames anteriores e dos protocolos estabelecidos.
O rastreamento deve ser realizado de forma organizada, considerando faixa etária, intervalo recomendado após exames consecutivos normais e critérios clínicos para continuidade ou encerramento.
O rastreamento deve ser individualizado conforme preferência da usuária, mantendo intervalos variáveis independentemente dos resultados previamente obtidos.
Durante uma ação de rastreamento do câncer do colo do útero em uma Unidade Básica de Saúde, uma enfermeira realiza a coleta do exame citopatológico. Após confeccionar a lâmina, ela se prepara para finalizar o procedimento. Diante dessa situação, assinale a alternativa correta.
A fixação da lâmina somente é necessária quando houver presença de sangue ou secreção intensa durante a coleta citopatológica.
A lâmina deve ser fixada imediatamente após a coleta para preservar a morfologia celular e garantir adequada qualidade da amostra.
A lâmina deve permanecer exposta ao ar por alguns minutos para facilitar a secagem antes da aplicação do fixador citológico.
A fixação pode ser realizada apenas no laboratório responsável, desde que o transporte da lâmina ocorra no mesmo dia da coleta.
Conhecido popularmente como “preventivo” ou “Papanicolau”, o exame citopatológico do colo do útero é um importante método de rastreamento que possibilita a detecção precoce do câncer do colo do útero. Considerando esse exame e seus fatores de risco, qual a faixa etária recomendada pelo Ministério da Saúde para realização do exame citopatológico?
18 a 64 anos.
25 a 64 anos.
29 a 59 anos.
30 a 80 anos.