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Durante a Campanha de Prevenção de Câncer de Colo de Útero, a enfermeira da unidade do ambulatório atende uma mulher de 38 anos, assintomática, que refere nunca ter realizado exame prévio para esse tipo de câncer.
Considerando o modelo de Rastreamento Organizado com uso de testes moleculares para detecção de DNA-HPV oncogênico das Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer de Colo do Útero de 2025, a conduta para essa paciente é:
Realizar apenas exame clínico ginecológico anual, dispensando testes laboratoriais em mulheres assintomáticas.
Manter rastreamento exclusivamente por citologia a cada 3 anos, pois a incorporação dos testes moleculares é exclusiva para mulheres acima de 45 anos.
Realizar teste molecular para detecção de DNA-HPV oncogênico como exame primário e, em caso de resultado negativo, indicar repetição em intervalo de 5 anos.
Realizar imediatamente citologia oncótica (Papanicolau) como exame primário e repetir anualmente, independentemente do resultado.
Encaminhar para colposcopia imediata após realizar o teste molecular e, independentemente do resultado, indicar a repetição em intervalos de 3 anos.