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Segundo Vecina Neto (2001), quanto ao tipo de áreas a serem limpas, é correto afirmar que
nas áreas críticas, existe o risco aumentado de transmissão de infecção, como no laboratório de análises clínicas, nas unidades de terapia intensiva e no berçário.
as salas de cirurgia e de parto, as unidades de tratamento intensivo e a sala de hemodiálise são exemplos de áreas semicríticas.
as áreas não críticas são ocupadas por pacientes com doenças não infecciosas.
nas áreas semicríticas são realizados procedimentos de risco, nas quais devem estar internados pacientes com sistema imunológico deprimido.
as áreas críticas são ocupadas por pacientes com doenças infecciosas de baixa transmissibilidade, como as enfermarias.