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A arginina vasopressina também conhecida como hormônio antidiurético (ADH) é o principal hormônio envolvido na regulação da osmoralidade dos líquidos corporais. É sintetizada no hipotálamo, de onde é transportada ao centro dos axônios nervosos para neuro hipófise, sendo secretada no sangue, no coração é sintetizada predominantemente na região vascular e perivascular, podendo contribuir para o comprometimento do relaxamento ventricular e da vasoconstrição coronária. Também ocorre a síntese na medula suprarrenal, estimulando a secreção de catecolaminas, promove o crescimento do córtex da suprarrenal e estimula a síntese de aldosterona. Sobre a vasopressina assinale a alternativa INCORRETA.
O aumento nas osmolaridade plasmática, hipotensão grave e hipovolemia são os mais potentes estímulos à liberação da vasopressina.
Em concentrações moderadas e altas, a vasopressina exerce potente efeito vasoconstrictor sobre as arteríolas, levando, consequentemente, a um aumento da pressão arterial.
Pode ser administrada por via intramuscular, subcutânea ou intravenosa. Nas duas primeiras vias, seus efeitos são mantidos por 30 a 60 minutos após o término da infusão, sendo essa realizada preferencialmente em veia central ou periférica profunda.
Os efeitos celulares da vasopressina são mediados pelas interações do hormônio com os receptores V1, V2 e V3. Os receptores vasculares V1 são responsáveis pela vasodilatação periférica.
Os receptores V2 têm efeito antidiurético e estão presentes nos ductos coletores renais e células endoteliais e os receptores V3 estão presentes na glândula pituitária e liberam o hormônio adenocorticotrópico (ACTH).