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Os distúrbios hipertensivos específicos da gestação constituem importante causa de morbidade grave, e de mortalidade tanto materna quanto fetal. Considerando a fisiopatologia, classificação, diagnóstico, complicações e tratamento das síndromes hipertensivas da gravidez, assinale a alternativa INCORRETA:
De acordo com a FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), pode ser considerado estado hipertensivo na gestação quando a pressão arterial sistólica é maior ou igual a 140mmhg e/ou a pressão arterial diastólica maior ou igual a 90mmhg, após a vigésima semana de gestação.
Segundo a RBEHG (Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão e Gravidez), pré-eclâmpsia grave é caracterizada com pressão arterial sistólica maior ou igual a 160mmhg e/ou pressão arterial maior ou igual a 110mmhg, podendo estar associada a cefaleia intensa e sintomas visuais.
Para o Ministério da Saúde, a síndrome de HELLP é a forma mais leve das síndromes hipertensivas relacionadas à gestação, cuja principal caraterística é a presença de proteína na urina e sintomas visuais, sendo recomendado como forma de tratamento administração de sulfato de magnésio IV.
A eclampsia é descrita pela FEBRASGO e pela RBEHG como uma forma grave dos distúrbios hipertensivos que afetam as gestantes, caracterizada por convulsões motoras generalizadas, cujo principal medicamento de escolha, tanto para prevenção como tratamento, é o sulfato de magnésio.