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Leia o texto:
“Ministério da Saúde adota ações de incentivo ao parto natural.
Número de cesarianas no Brasil está acima do recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
O número de cesarianas realizadas nas maternidades brasileiras dá um sinal de alerta. De acordo com o Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos, (SINASC) do Ministério da Saúde, as cesáreas representaram, em 2004, mais de 41% dos partos realizados no país. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aconselha que esse percentual não ultrapasse 15%. A instituição acredita que, feito de forma indiscriminada, o parto cirúrgico pode trazer sérios danos à saúde da mãe e do bebê.
Na tentativa de encontrar um equilíbrio, o Ministério da Saúde desenvolve uma política para redução das cesáreas desnecessárias. (...)” (fonte: https://www.google.com.br/search?q=Minist%C3%)...=fTZ9WJK2FoeswASl5pOADQ )
Sobre o assunto em questão e as resoluções normativas da ANS, julgue as afirmações a seguir:
I. O Cartão da Gestante é um instrumento de registro das consultas de pré-natal que contém os principais dados de acompanhamento da gestação, devendo permanecer em posse da gestante e ser apresentado em todos os estabelecimentos de saúde que utilizar durante a gestação e na maternidade quando for admitida em trabalho de parto.
II. A realização da cirurgia implica mais gastos para o sistema de saúde e para a sociedade, com maior consumo de recursos hospitalares (centro cirúrgico, leitos/dia, medicamentos, cuidados de enfermagem, etc), sendo essa, seguramente, a única razão pela qual o MS adotou essas medidas.
III. O acompanhamento de trabalho de parto e o próprio parto poderão ser executados por qualquer profissional de saúde habilitado para a sua realização, conforme legislação específica sobre as profissões de saúde e regulamentação de seus respectivos conselhos profissionais, respeitados os critérios de credenciamento, referenciamento, reembolso ou qualquer outro tipo de relação entre a operadora de planos privados de assistência à saúde e prestadores de serviços de saúde.
IV. Alguns fatores como a conveniência de agendar o parto e o medo da dor levam muitas brasileiras a preferir o parto cirúrgico. Recomenda-se que a cesariana deve ser feita somente quando há risco para a mãe e/ou para o bebê.
V. Complicações potenciais para a parturiente do parto cesáreo incluem lacerações acidentais, hemorragias, infecções, além de reações indesejáveis à anestesia. Além disso, a pessoa submetida a qualquer intervenção cirúrgica precisa de mais tempo para se recuperar.
VI. Mesmo estando associado à maior frequência da síndrome da angústia respiratória (complicação ligada à prematuridade), o parto normal apresenta inúmeras vantagens sobre o parto cirúrgico.
VII. O Ministério da Saúde atua em duas frentes para reduzir o número de cesáreas desnecessárias. A primeira consiste na qualificação de profissionais para incentivar o parto normal. A segunda em reduzir o repasse de recursos via AIH destinados ao parto cirúrgico.
Em relação a adoção de medidas de incentivo ao parto normal, pelo Ministério da Saúde, são verdadeiras as afirmativas contidas nas afirmações
I, III, IV e V.
I, II, III e VI.
I, III, IV e VII.
II, III, IV, V e VI.
II, IV, V, VI e VII.