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As úlceras por pressão têm efeitos danosos aos pacientes, sobretudo, em situação de acamados e hospitalizados. Há inúmeros estudos que ratificam danos relativos ao tempo de internação, risco de infecção, até mesmo sepse, oneração dos serviços de saúde, entre outros.
Considerando as ações técnicas possíveis e adotadas para pessoas acamadas e acometidas por úlceras por pressão, o técnico de enfermagem deve
manter a cabeceira do leito até no máximo 15 graus, se intubado.
priorizar manter o paciente em decúbito dorsal, para evitar úlceras sacrais e trocantéricas.
hidratar a pele do paciente, por meio de creme composto por hidrogel, para evitar o cisalhamento do leito.
elevar a cabeceira do leito para 30 graus, se assim não estiver, para evitar cisalhamento e risco de infecção respiratória se intubado.
promover mudança de decúbito, frequentemente, no mínimo, de seis em seis horas, para evitar isquemia nas proeminências adiposas.