

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Para responder às questões de números 40 a 42, considere o relato a seguir.
R.C., 33 anos, casada, II gesta. I para, parto normal há quatro anos, compareceu à unidade básica de saúde para a primeira consulta de enfermagem de pré-natal, relatando que ainda não tinha iniciado o acompanhamento da gestação atual porque vinha se sentindo bem e disposta. Ao realizar a coleta de dados, o enfermeiro foi informado de que a gestante não sabia quando ocorrera a última menstruação. Ao analisar os dados da gravidez anterior, registrados no prontuário e na caderneta da gestante, bem como os resultados de exames anexados ao prontuário, constatou que o tipo sanguíneo de R.C. era A, fator Rh negativo; do pai de seu filho era A, fator Rh positivo; e de seu filho era A, fator Rh negativo e que a gestante não havia recebido a imunoglobulina anti-D no período pós-parto. No que diz respeito à sorologia para toxoplasmose, os exames realizados na 32a semana da gestação anterior apresentavam IgG positiva e IgM negativa. Ao realizar o exame obstétrico da gestante, o enfermeiro verificou que a altura do fundo do útero encontrava-se na altura da cicatriz umbilical.
Com base na tipagem sanguínea da gestante, de seu marido e de seu filho, é correto afirmar que o enfermeiro deve
repetir a tipagem sanguínea da gestante, do marido e do filho para confirmação dos resultados.
encaminhar a gestante para o pré-natal de alto risco para avaliação e acompanhamento da gestação atual.
solicitar o teste de Coombs indireto para investigar a ocorrência de isoimunização materna.
solicitar o teste de Coombs direto para investigar a ocorrência de isoimunização materna.
providenciar a aplicação imediata da imunoglobulina anti-D para a prevenção da isoimunização materna e da doença hemolítica perinatal.