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A pandemia de COVID-19, causada pelo SARS-CoV-2, disseminou-se por todos os continentes, aumentando exponencialmente o número de infectados e ocasionando milhares de mortes no mundo. Atualmente, sabe-se que gestantes infectadas com o vírus SARS-CoV-2 têm maior chance de ter pior evolução da COVID-19, com maior risco de internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), de intubação orotraqueal e de óbito. Sobre o manejo dessa doença, é correto afirmar:
O aleitamento materno deve ser suspenso. A mãe e o recém-nascido devem ficar isolados para evitar o contágio.
A vacina contra COVID-19 deverá ser aplicada apenas no terceiro trimestre da gravidez, devendo ser evitada na presença de quadro clínico de síndrome gripal.
Para o diagnóstico laboratorial da COVID-19, deve-se considerar a fase clínica da infecção para definir o exame a ser indicado por apresentar melhor desempenho.
A profilaxia antitrombótica não está recomendada considerando-se que gestantes e puérperas apresentam maior risco de eventos trombóticos.
Alteração da perfusão periférica (tempo de preenchimento capilar) não é uma indicação de internação em Unidade de Terapia Intensiva.