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Pacientes críticos em terapia intensiva frequentemente necessitam de terapia renal substitutiva contínua (CRRT), especialmente em casos de instabilidade hemodinâmica. Uma das complicações mais comuns e desafiadoras desse suporte é a coagulação precoce do circuito extracorpóreo, que reduz a eficiência da terapia, aumenta perdas sanguíneas e exige trocas frequentes do filtro. Nesse contexto, qual cuidado do técnico de enfermagem contribui de forma mais significativa para reduzir o risco de coagulação do circuito durante a CRRT?
Garantir fluxo sanguíneo adequado e monitorar rigorosamente a anticoagulação prescrita, conforme protocolo institucional.
Reduzir intencionalmente o fluxo sanguíneo para minimizar risco de hipotensão, mesmo que aumente a estase no circuito.
Suspender anticoagulantes sempre que possível para evitar qualquer risco de sangramento, independentemente da prescrição.
Realizar flushing do circuito com água destilada para impedir formação de trombos no filtro.
Priorizar o uso de cateter venoso periférico como acesso principal para CRRT, reduzindo risco de infecção.
Em uma sala de estabilização da rede municipal, um paciente crítico evolui com rebaixamento do nível de consciência, hipoventilação e dessaturação progressiva, sendo indicada a instalação de máscara laríngea como dispositivo de via aérea avançada supraglótica, no contexto de suporte ventilatório imediato. Considerando os princípios da assistência ao paciente crítico, a semiologia aplicada, a segurança do paciente e os cuidados pós-instalação do dispositivo, analise as afirmativas:
I. Após a inserção da máscara laríngea, a confirmação inicial do posicionamento adequado deve incluir avaliação clínica sistematizada, com observação da expansibilidade torácica bilateral, ausculta pulmonar em campos respiratórios e monitorização da saturação periférica de oxigênio.
II. A presença de murmúrios vesiculares bilaterais à ausculta pulmonar, associada à adequada expansão torácica e melhora dos parâmetros ventilatórios, constitui achado clínico compatível com ventilação efetiva por dispositivo supraglótico, ainda que não substitua métodos instrumentais de monitorização quando disponíveis.
III. Após a instalação da máscara laríngea, recomenda-se manutenção da vigilância contínua quanto a sinais de ventilação ineficaz, distensão gástrica, deslocamento do dispositivo e risco de broncoaspiração, especialmente em pacientes com contraindicação de elevação de decúbito.
IV. Uma vez confirmada a ventilação adequada por ausculta pulmonar, torna-se desnecessária a reavaliação clínica periódica do posicionamento do dispositivo, desde que os parâmetros iniciais permaneçam estáveis.
Assinale a alternativa correta:
Apenas as afirmativas I e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas II e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Paciente masculino, 50 anos e 70kg, encontra-se em ventilação mecânica na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sedado com Midazolam (0,12 mg/kg/h) e Fentanil (2 mcg/kg/h), ambos em infusão contínua. Há 30 minutos, foi iniciada a infusão contínua de Bicarbonato de Sódio 8,4% devido à acidose metabólica. Desde então, o paciente apresenta agitação súbita, queda da saturação de 96% para 88% e instabilidade hemodinâmica. Considerando os fármacos utilizados e o quadro apresentado, qual é a causa mais provável e a conduta de enfermagem adequada?
Reação adversa ao Fentanil / A conduta é interromper a infusão conforme prescrição e comunicar imediatamente o médico para avaliação.
Redução da profundidade da sedação / A conduta é monitorar parâmetros clínicos e comunicar o médico para ajuste da sedação.
Interação entre soluções incompatíveis no mesmo acesso venoso / A conduta é suspender o uso compartilhado do acesso, realizar flush e separar as infusões.
Abstinência aguda de opioides / A conduta é intensificar monitorização e comunicar o médico para ajuste analgésico.
Obstrução de via aérea por secreções / A conduta é realizar aspiração, conforme protocolo, e reavaliar ventilação.
A lesão por pressão em pacientes críticos é uma complicação frequente em pacientes acamados, sendo considerada um evento adverso multifatorial. Considerando a fisiopatologia da lesão por pressão no paciente criticamente enfermo e as evidências atuais sobre fatores de risco e mecanismos de lesão tecidual, analise as assertivas a seguir:
I. O microclima cutâneo interfere na integridade da pele.
II. A umidade altera a resistência mecânica da epiderme.
III. Vasopressores aumentam o risco de isquemia tecidual.
IV. Apenas a pressão vertical participa da fisiopatologia da lesão.
Quais estão corretas?
Apenas I e II.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e III.
I, II, III e IV.
A assistência de enfermagem ao paciente em fase terminal exige conhecimento técnico, sensibilidade e respeito à dignidade humana. Em uma Unidade Básica de Saúde do grupo Corpo e Saúde, a técnica de enfermagem Mariana acompanha um paciente em estado grave e agonizante, com progressiva piora clínica e sofrimento intenso. O profissional reconhece que a assistência nessa fase envolve medidas de conforto, alívio do sofrimento e apoio ao paciente e à família. Considerando a assistência de enfermagem ao paciente grave e agonizante, assinale a alternativa CORRETA.
Oferecer apenas medicações para dormir, sem considerar outras necessidades emocionais, espirituais ou de conforto do paciente.
Abandonar o paciente grave, deixando-o sem assistência para que morra naturalmente sem intervenção profissional.
Prolongar a vida do paciente a qualquer custo, mesmo que cause sofrimento intenso e desconforto permanente.
Aliviar sofrimento, manter conforto, oferecer apoio emocional e espiritual, respeitar autonomia e promover morte digna com qualidade.


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Durante o plantão em uma unidade hospitalar de média e alta complexidade, um técnico de enfermagem acompanha um paciente idoso, portador de doença crônica avançada, em fase de agravamento clínico, com limitação de medidas terapêuticas invasivas previamente definida pela equipe multiprofissional e pela família. O paciente apresenta dor persistente, dispneia e ansiedade, sendo classificado como elegível tanto para cuidados críticos quanto para cuidados paliativos, conforme a evolução do quadro clínico. Na abordagem da assistência de enfermagem em cuidados críticos e paliativos, bem como da atuação ética e técnica do profissional técnico de enfermagem, analise as afirmativas a seguir:
I. A atuação do técnico de enfermagem em cuidados paliativos prioriza o alívio da dor e do sofrimento, o conforto e a dignidade do paciente, independentemente da possibilidade de cura da doença de base.
II. Em situações de limitação de suporte terapêutico, cabe ao técnico de enfermagem executar apenas cuidados de higiene e conforto, suspendendo integralmente a monitorização dos sinais vitais e a comunicação com a equipe de enfermagem.
III. Nos cuidados críticos, o técnico de enfermagem deve observar continuamente alterações clínicas, comunicar intercorrências de forma imediata ao enfermeiro e registrar adequadamente as ações realizadas, contribuindo para a segurança do paciente.
IV. A abordagem paliativa é incompatível com o ambiente de unidades de terapia intensiva, devendo ser aplicada exclusivamente em domicílio ou em unidades especializadas.
Assinale a alternativa correta.
Apenas as afirmativas I e III estão corretas.
Apenas as afirmativas I e II estão corretas.
Apenas as afirmativas II e IV estão corretas.
Apenas as afirmativas I, II e III estão corretas.
Todas as afirmativas estão corretas.
Em pacientes adultos internados em unidades críticas, a parada cardiorrespiratória (PCR) raramente ocorre de forma súbita. Na maioria dos casos, há um período prévio de instabilidade fisiológica progressiva, com sinais clínicos detectáveis horas antes do evento. Em um paciente crítico, qual das alterações abaixo é considerada um sinal precoce de deterioração clínica antes da PCR?
Bradicardia extrema como primeiro achado.
Hipertensão sustentada isolada.
Aumento da diurese abrupta.
Dor lombar sem outros sintomas.
Taquipneia progressiva e alteração do nível de consciência.
Em uma Unidade de Terapia Intensiva, após aumento inesperado da taxa de eventos adversos relacionados à administração de medicamentos, a enfermeira coordenadora identificou falhas na comunicação entre turnos e ausência de padronização na passagem de plantão.
Diante do cenário, instituiu protocolo estruturado de comunicação, promoveu reuniões sistemáticas com a equipe multiprofissional e adotou modelo participativo de tomada de decisão, incentivando feedback e corresponsabilização.
À luz das teorias contemporâneas de liderança e do processo decisório em enfermagem, analise as assertivas abaixo:
I. A liderança transformacional favorece o engajamento da equipe ao estimular visão compartilhada, autonomia e responsabilização coletiva pelos resultados assistenciais.
II. A comunicação estruturada, como ferramentas padronizadas de passagem de plantão, contribui para redução de eventos adversos e qualificação da tomada de decisão clínica.
III. O processo decisório em ambientes críticos deve ser exclusivamente centralizado no enfermeiro gestor, a fim de evitar conflitos operacionais.
Apenas as assertivas I e II estão corretas.
Apenas as assertivas I e III estão corretas.
Apenas as assertivas II e III estão corretas.
Todas as assertivas estão corretas.
Apenas a assertiva II está correta.
São cuidados pós‑PCR
a monitorização contínua, a comunicação aos familiares do quadro, o administrar drogas de manutenção, o controle de sinais vitais e a coleta de sangue para os exames laboratoriais.
a monitorização contínua, o controle de temperatura, o controle glicêmico, a administração de drogas de manutenção, a oferta de oxigênio e a coleta de sangue para os exames laboratoriais.
o encaminhamento para a unidade de cuidados intensivos, a monitorização contínua, o acompanhamento médico intenso, o controle de sinais vitais, a administração de medicação e a coleta de exames.
a administração de medicamentos em bólus, o controle de sinais vitais, a comunicação aos familiares e a solicitação de leito em unidade de terapia intensiva.
o controle de temperatura, o controle glicêmico, a administração de drogas em bólus, a oferta de oxigênio, a coleta de sangue para exames laboratoriais e o encaminhamento para os exames de imagem.
A gestão de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) exige critérios objetivos de priorização devido à escassez de recursos. O enfermeiro do NIR utiliza sistemas de classificação de prioridade para auxiliar a decisão médica. Assinale a alternativa que descreve o perfil de "Prioridade 1" para admissão em UTI segundo diretrizes éticas e técnicas.
Pacientes instáveis com necessidade de monitorização e tratamento intensivo (ex: suporte ventilatório, drogas vasoativas), com alta probabilidade de recuperação.
Pacientes com doenças crônicas em fase final, aguardando transferência para unidade de longa permanência.
Pacientes estáveis, em pós-operatório de cirurgias de pequeno porte, apenas para observação de rotina.
Pacientes que necessitam apenas de administração de medicação oral e curativos simples.
Pacientes terminais, sem possibilidade de recuperação, para cuidados paliativos exclusivos.


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O gerenciamento da terapia nutricional enteral em pacientes críticos exige do Enfermeiro o monitoramento rigoroso para prevenção de complicações metabólicas e mecânicas. Analise as afirmativas a seguir sobre o manejo da Nutrição Enteral (NE):
I.A síndrome de realimentação é uma complicação metabólica grave caracterizada por distúrbios hidroeletrolíticos, como hipofosfatemia, hipocalemia e hipomagnesemia, em pacientes desnutridos ao reiniciarem a oferta calórica.
II.O teste de pH gástrico é o método padrão-ouro e isolado para a confirmação inicial do posicionamento de sondas nasogástricas e nasoenterais, dispensando a necessidade de exames de imagem conforme as diretrizes atuais.
III.A manutenção da cabeceira elevada entre 30 a 45 graus e o monitoramento do volume residual gástrico são estratégias essenciais para reduzir o risco de aspiração pulmonar em pacientes sob terapia nutricional.
Está correto o que se afirma em:
I, II e III.
III apenas.
I e III apenas.
I e II apenas.
II apenas.
Na UTI, alterações fisiológicas iniciais podem preceder a deterioração clínica significativa do paciente. Nesse contexto, o técnico de enfermagem desempenha papel fundamental na vigilância contínua e na identificação precoce de sinais de instabilidade clínica, comunicando prontamente a equipe multiprofissional. Considerando a assistência ao paciente crítico, qual é o principal objetivo do reconhecimento precoce de sinais de deterioração clínica?
Reduzir custos hospitalares exclusivamente, independentemente do impacto clínico.
Evitar o uso de antimicrobianos e limitar terapias invasivas em todos os casos.
Prevenir progressão para falência orgânica múltipla e parada cardiorrespiratória por meio de intervenção imediata.
Diminuir a solicitação de exames laboratoriais e restringir monitorização avançada.
Substituir a avaliação médica formal por observação exclusiva da equipe de Enfermagem.
Na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), um paciente adulto chega sedado, intubado e sob ventilação mecânica invasiva após transferência do centro cirúrgico. Nesse momento inicial, há risco elevado de eventos adversos relacionados ao manejo da via aérea, especialmente desconexões e extubação não planejada. Qual cuidado de enfermagem deve ser realizado pelo técnico de enfermagem para reduzir o risco de extubação acidental e complicações associadas, como broncoaspiração
Manter o paciente em decúbito dorsal, evitando elevação da cabeceira para minimizar tração sobre o tubo orotraqueal.
Postergar aspiração traqueal e manipulação do circuito ventilatório nas primeiras horas, reduzindo estímulo e prevenindo reflexos vagais.
Suspender sedação assim que o paciente chegar à unidade, priorizando avaliação neurológica imediata antes da estabilização ventilatória.
Avaliar a integridade da fixação do tubo, checar sua marcação em centímetros na comissura labial e monitorar a pressão do cuff dentro da faixa segura estabelecida em protocolo.
Priorizar a instalação precoce de dieta enteral contínua, garantindo suporte metabólico antes da reavaliação completa da via aérea e do posicionamento do tubo.
Segundo o Parecer normativo no 01/2024 do Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), que dispõe sobre os parâmetros para o planejamento da força de trabalho da Enfermagem pelo enfermeiro, caracteriza-se como paciente crônico, incluindo o de cuidado paliativo, estável do ponto de vista clínico, porém com total dependência das ações de enfermagem para o atendimento das necessidades humanas básicas, aquele classificado como paciente de
cuidados intermediários (PCI).
cuidados de alta dependência (PCAD).
cuidados semi-intensivo (PCSI).
cuidados intensivos (PCIt).
De acordo com Lopes et al. (2020) em seu capítulo da obra “Enfermagem em Terapia Intensiva: Práticas e Vivências”, o desenvolvimento do enfermeiro na habilidade de raciocínio clínico requer pensamento crítico, o que envolve um conjunto de habilidades cognitivas, comportamentais e hábitos da mente. Sobre o tema, assinale a alternativa INCORRETA.
O discernimento e a transformação do conhecimento são habilidades cognitivas.
A autoconfiança e a busca autêntica são habilidades comportamentais.
A criatividade e a curiosidade são hábitos da mente.
A busca de informação e a interpretação são habilidades cognitivas.
A intuição e a perseverança são habilidades comportamentais.


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Os cuidados paliativos têm como objetivo melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, atuando na prevenção e alívio do sofrimento físico, psicológico, social e espiritual. Considerando as diretrizes nacionais e internacionais sobre cuidados paliativos, assinale a alternativa correta.
Os cuidados paliativos devem ser oferecidos apenas nos últimos dias de vida do paciente, quando não há mais possibilidade de tratamento curativo.
A sedação paliativa é recomendada rotineiramente para todos os pacientes com dor crônica, independentemente da resposta a analgésicos convencionais.
O planejamento de cuidados paliativos exclui a participação do paciente, pois as decisões devem ser tomadas exclusivamente pela equipe de saúde.
O cuidado paliativo envolve uma abordagem interdisciplinar que considera não apenas o controle de sintomas físicos, mas também o suporte emocional, social e espiritual do paciente e da família.
Em uma UTI adulto, o técnico em enfermagem acompanha um paciente em pós-operatório imediato, intubado, sedado, com monitorização contínua, sonda vesical de demora e acesso venoso central. Durante o plantão, o profissional observa acúmulo de secreção na cavidade oral, cabeceira do leito quase plana e áreas de hiperemia em calcâneos e região sacral. Considerando os cuidados de enfermagem em pacientes críticos na UTI, especialmente na prevenção de complicações respiratórias e de lesão por pressão, qual conduta deve ser priorizada pelo técnico?
Manter o paciente em decúbito dorsal horizontal para facilitar o manuseio dos dispositivos, adiando a mudança de posição para o próximo turno.
Reduzir o número de mudanças de decúbito para evitar desconforto e risco de deslocamento dos dispositivos invasivos.
Suspender a higiene oral em pacientes intubados, pois o risco de broncoaspiração é sempre maior com manipulação da cavidade oral.
Elevar a cabeceira do leito entre 30° e 45°, realizar higiene oral e auxiliar na mudança de decúbito conforme rotina da unidade, comunicando à equipe de enfermagem as alterações observadas.
O transporte intra-hospitalar de pacientes críticos, mesmo que para a realização de exames, pode ser realizado por um único técnico de enfermagem, desde que o paciente esteja monitorizado e o trajeto seja curto, dispensando a presença do enfermeiro ou médico.
Certo
Errado
Em unidades de terapia intensiva, a avaliação da dor se torna um desafio, particularmente em relação ao indivíduo impossibilitado de comunicação efetiva, como é o caso do paciente inconsciente e/ou intubado.
Para essas situações, o enfermeiro conta com instrumentos validados para avaliação da dor, tais como
a escala comportamental da dor – Behavioral Pain Scale (BPS), composta de 12 descritores distribuídos em três categorias comportamentais: expressões faciais, membros superiores e sincronia com o ventilador, no caso de pacientes intubados.
a escala de avaliação facial, que consiste em desenhos de seis faces em que o enfermeiro assinala a expressão do paciente na maior parte do tempo durante o plantão.
o questionário de McGill, que possibilita a coleta e o registro de informações qualitativas e quantitativas da dor.
a escala analógica visual, que consiste em uma linha, vertical ou horizontal, que representa a presença e a intensidade de comportamentos significativos de dor, previamente estabelecidos em protocolo.
a escala numérica da dor, que possibilita a quantificação da dor por meio de números, em que o ponto zero significa ausência de comportamentos associados à dor e o ponto 10 significa a intensidade máxima de comportamentos relacionados à dor.
Todo paciente que apresentar alterações significativas em qualquer etapa da avaliação primária deve ser considerado crítico.
Certo
Errado