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Em unidades de terapia intensiva, a avaliação da dor se torna um desafio, particularmen...

Em unidades de terapia intensiva, a avaliação da dor se torna um desafio, particularmente em relação ao indivíduo impossibilitado de comunicação efetiva, como é o caso do paciente inconsciente e/ou intubado.


Para essas situações, o enfermeiro conta com instrumentos validados para avaliação da dor, tais como


A

a escala comportamental da dor – Behavioral Pain Scale (BPS), composta de 12 descritores distribuídos em três categorias comportamentais: expressões faciais, membros superiores e sincronia com o ventilador, no caso de pacientes intubados.


B

a escala de avaliação facial, que consiste em desenhos de seis faces em que o enfermeiro assinala a expressão do paciente na maior parte do tempo durante o plantão.


C

o questionário de McGill, que possibilita a coleta e o registro de informações qualitativas e quantitativas da dor.


D

a escala analógica visual, que consiste em uma linha, vertical ou horizontal, que representa a presença e a intensidade de comportamentos significativos de dor, previamente estabelecidos em protocolo.


E

a escala numérica da dor, que possibilita a quantificação da dor por meio de números, em que o ponto zero significa ausência de comportamentos associados à dor e o ponto 10 significa a intensidade máxima de comportamentos relacionados à dor.