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Pacientes críticos em terapia intensiva frequentemente necessitam de terapia renal substitutiva contínua (CRRT), especialmente em casos de instabilidade hemodinâmica. Uma das complicações mais comuns e desafiadoras desse suporte é a coagulação precoce do circuito extracorpóreo, que reduz a eficiência da terapia, aumenta perdas sanguíneas e exige trocas frequentes do filtro. Nesse contexto, qual cuidado do técnico de enfermagem contribui de forma mais significativa para reduzir o risco de coagulação do circuito durante a CRRT?
Garantir fluxo sanguíneo adequado e monitorar rigorosamente a anticoagulação prescrita, conforme protocolo institucional.
Reduzir intencionalmente o fluxo sanguíneo para minimizar risco de hipotensão, mesmo que aumente a estase no circuito.
Suspender anticoagulantes sempre que possível para evitar qualquer risco de sangramento, independentemente da prescrição.
Realizar flushing do circuito com água destilada para impedir formação de trombos no filtro.
Priorizar o uso de cateter venoso periférico como acesso principal para CRRT, reduzindo risco de infecção.