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A classificação de risco deve ser um instrumento para melhor organizar o fluxo de pacientes que procuram as portas de entrada de urgência/emergência, gerando um atendimento resolutivo e humanizado. Sobre esse contexto, a respeito da atuação da equipe de enfermagem, é correto afirmar que
a classificação de risco e priorização da assistência poderá ser executada por todos os membros da equipe de enfermagem.
de acordo com a atual legislação de enfermagem, para garantir a segurança do paciente e do profissional responsável pela classificação, o tempo de observação do paciente deverá ser no máximo de 1 (um) minuto por classificação de risco, com limite de até 4 (quatro) classificações por hora.
a equipe de enfermagem durante a atividade de classificação de risco poderá exercer outras atividades concomitantemente.
para executar a classificação de risco e priorização da assistência, a enfermagem poderá ter curso de capacitação específico para o protocolo adotado pela instituição, além de consultório em adequadas condições de ambiente e equipamentos para desenvolvimento da classificação.
o procedimento deve ser executado no contexto do processo de enfermagem, atendendo-se às determinações da Resolução pertinente e aos princípios da Política Nacional de Humanização do SUS.